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Memória dia 26 de maio 2016

Iniciamos o dia com a oração da manhã, iluminadas com o texto do evangelho de Marcos (10,46-52) onde destacamos algumas frases que nos convidava, a refletir: «Filho de David, tem compaixão de mim.» Jesus deteve-se e disse: «Chamai-o.»  «Ânimo, levanta-te, que te chama.» «Que queres que faça por ti?», «Mestre, que eu veja.» «Anda, a tua fé te salvou.» No mesmo momento recuperou a vista e o seguia pelo caminho.

Na sala, lemos as saudações que recebemos das Irmãs, comunidades e leigos que felicitavam ao novo Conselho Geral. A continuação a Ir. Begonha recordou a proposta de Javier Poveda, para realizarmos a simulação de percentagens de ingressos para as Províncias contribuírem este ano, até que entre em vigor o novo sistema administrativo que se definirá neste Capítulo. Sugere-se que o trabalhe uma equipa formada pelas Irmãs. Araceli, Kattia y Eneida, para apresentá-lo no momento em que retomemos o tema de economia.

Seguidamente, a Irmã Marisa Moresco iniciou a introdução ao trabalho de hoje, recordando a metodologia de rotação dos temas por grupos. Fizeram-se algumas propostas para melhorar a dinâmica do trabalho, e recordou que devemos ter presente o ponto de partida e de chegada.

Durante grande parte da manhã realizou-se o trabalho em grupos, finalizando com o plenário antes do almoço.

No período da tarde seguiu-se a mesma dinâmica de trabalho em grupos e plenário, sentindo-se que já se vão perfilando os elementos que vão a constituir o nosso novo Plano Geral. Foi um trabalho intenso e se notava nas irmãs o cansaço, mas também, a satisfação do trabalho realizado.

 Seguiremos amanhã com a mesma dinâmica.

 

Memória dia 24 de maio 2016

“Não há maior liberdade que a de deixar-se conduzir pelo Espírito”

 

Iniciamos o dia com a oração da manhã iluminadas com o texto de Mt.19,28-30.

Depois de uns minutos de meditação em silêncio, cada uma leu pessoalmente um breve artigo sobre a “Liderança do Papa” escrita por Francesc Torralba, na que destaca os rasgos de um liderança para estes novos tempos, desde a figura do Papa Francisco. Esta liderança assenta-se sobre uma conjunção de fatores bem definidos: a simplicidade, a sinceridade, a seriedade, a credibilidade, a prudência, e o testemunho pessoal. São estes valores muito apreciados, que geram um impacto positivo e que a cidadania deseja perceber nos seus líderes para poder segui-los, para gerar aquela corrente de confiança recíproca que é a que, em definitiva, permite impulsar as mudanças nas comunidades, nas organizações, e finalmente, também na sociedade.

Demos graças a Deus pelo aniversário da Província de Santo Domingo, finalizando este momento com um cântico.

Iniciamos a reunião na sala capitular, com um momento divertido, vendo um vídeo de um pequeno menino celebrando a missa. De seguida, lemos as mensagens e saudações de irmãs e leigos.

A Ir. Begonha Abad nos apresentou a planificação do dia:

  1. Leitura das atas das sessões anteriores.
  2. Palavras de motivação da Ir. Dominga Garro.
  3. Trabalho de grupos: retomar o documento de trabalho e reler o documento de trabalho sobre o Governo, sobre três pontos: 1) tempo de duração do governo até ao próximo Capítulo, 2) Nº de Irmãs que conformarão o Conselho Geral e 3) Perfil das Irmãs que integrarão esta Equipa. Sugeriram que se reveja o Nº 110 das Constituições.
  4. Partilha do trabalho de grupos (depois do descanso).
  5. Pela tarde se realizaria a eleição da Irmã Coordenadora Geral.

 

A secretária do Capítulo, Ir. Jacqueline Sothers leu as atas dos dias 11 e 12 de Maio. Fez um resumo do desenvolvido: Informes das Irmãs Coordenadora Geral, Secretária Geral e Administradora Geral; e também da Equipa que está levando o processo de Beatificação do nosso Padre Fundador.

A continuação, a Irmã Dominga Garro partilhou como foi a sua experiência, nos distintos serviços que realizou na Congregação, como Formadora, Coordenadora Provincial e estes dois períodos de Coordenadora Geral; o que supôs o ter que renunciar a outras opções e iniciar algo novo. Mas todas estas experiências foram enriquecedoras para ela, pela sorte que teve em partilhar estos serviços com irmãs valiosas que aportaram muito à sua vida, não foi para ela una carga, porque foi sempre um serviço partilhado, uma bonita experiência de equipa.  Por isto exorta, a que tenhamos em conta que mais importante do que preparação e valores das irmãs que têm que assumir esta missão, mais importante é saber partilhá-la juntas, olhando na direção de um mesmo objetivo, isto ajudará a Equipa a ser mais efetiva e a assumir tudo o que implica este compromisso. Isto é o que espera de nós a Congregação, a Igreja e toda as pessoas com quem trabalhamos.

Começou o trabalho de grupos e na segunda parte da manhã, partilhou-se o trabalho de grupos. As coincidências giraram em torno ao seguinte:

a) Regressar ao art. 110 das Constituições: Coordenadora Geral e 4 conselheiras

b) Duração do período de governo de 6 anos.

c) Perfil: Capacidade de trabalho em equipa, sentido de pertença, abertura, simplicidade, escuta e humildade; dispostas a aprender, gerar corrente de confiança recíproca entre as irmãs, credibilidade e testemunho pessoal; acompanhar e animar. Atitude proactiva para o discernimento, confrontação e tomada de decisões, capacidade para exigir que se cumpram os acordos e normas. Visão de futuro e consciência de universalidade da Congregação;  humanidade, coerência, prioridade pela missão e  ter em conta o que o Capítulo delegou. Fortalecer o sentido de autoridade como serviço.  

Procedeu-se à votar por separado das duas propostas: Nº de irmãs que constituirão o Conselho Geral e o tempo de governo, ficando aprovadas as duas seguintes propostas:

  1. O Conselho Geral estará conformado pela Coordenadora Geral e quatro Conselheiras.
  2. O Conselho Geral é eleito para um período de 6 anos.

Contando ainda com tempo disponível, continuamos a pedido da Assembleia, realizar uma  sondagem e continuar até donde chegue o processo para a eleição da Coordenadora Geral.

Com muita agilidade se fez a sondagem; e seguidamente procedeu-se à Votação para a eleição da Coordenadora Geral; sendo eleita por maioria absoluta a Irmã Raquel Gil.

Perguntou-se se aceitava o serviço, a qual respondeu emocionada que se sentia pequena e incapaz, mas sabendo que pode contar com a força de Deus e a ajuda de todas das irmãs, aceitou.

A Irmã Dominga Garro entregou-lhe o anel que pertenceu à nossa Madre Fundadora, e que por tradição se lhe concede à nova Coordenadora Geral. Com este ato tão emotivo concluímos o importante acontecimento na sala Capitular, entre cantos, saudações, e umas emotivas palavras da nossa Irmã Raquel.

Antes do almoço tivemos um pequeno brindes acompanhadas pelas irmãs das comunidades próximas. Também degustamos um rico gelado e umas excelentes tortitas de azeite que nossas Irmãs da Província de Santo Domingo partilharam por seu aniversário.

Concluímos a tarde com uma oração de ação de graças a Deus pelo serviço do Conselho Geral General que termina o seu serviço e pela disponibilidade da nossa Irmã Raquel.

Amanhã continuaremos com o processo de eleição das quatro Conselheiras.

Memória dia 23 de maio 2016

“O Senhor nos dará o seu Espírito Santo, não temais abri o coração, Derramará o todo seu amor.”


Hoje dia 23 de maio, iniciamos a semana apresentando ao Senhor tudo o que vamos a viver nela. Este dia de retiro quisemos que fosse um dia de silêncio, de escuta, de paz, tranquilidade e sossego. Nos dias passados tivemos “muito ruído”, as nossas mentes estiveram muito ocupadas e preocupadas. Ontem foi dia de descanso e o agradecemos.

Fomos convidadas a encontrar-nos conosco mesmas, com Deus e escutar a voz do Espírito. Necessitamos pedir-lhe que nos envie os seus dons, o seu Espírito para poder ser fieis a suas inspirações, que nos dê a sabedoria para atuar segundo o querer de Deus e fazer a sua vontade.

Cantamos uma canção invocando a presença do Espírito Santo sobre todas as irmãs Capitulares. Escutamos a sua Palavra e em profundo silêncio, começamos a deixar-nos levar por sua vontade.

Na sala capitular, a nossa irmã Zully nos convidou a reler as contribuições e reflexões do nosso irmão Frei Javier Carballo (memórias do 2º y 3º dia), por sua vez el dia foi iluminado pelos seguintes textos:

  • I Cor. 12.1-11
  • Gálatas 3,27-28

 

Seguidamente, deixamo-nos interpelar pelo filme “Cheia de Graça”, deixando todo o dia para a reflexão, interiorização e discernimento.

Terminamos o dia com a oração de Vésperas na qual se retomou o significado que o governo não é o que exercita um grupo líder, senão, é o exercício de responsabilidade de cada uma; porque todas participamos da autoridade em distintos graus… O governo é como o fio condutor que vai da contemplação à missão, e da missão à contemplação.

Nos encontramos em Deus com um coração agradecido, nos deixamos contemplar desde esse primeiro olhar, que nos convidou a deixar tudo… Ele nos oferece o seu Espírito, que hoje nos fala em diversas línguas, culturas, povos… Somos dom, umas para as outras; e a vivência da unidade e a diversidade de dons é oferta para a Igreja. Que como Maria deixemos transparecer a confiança de Deus posta em nós.

Partilhamos a vivência do dia aos pares, as quais espontaneamente puseram em comum a sua reflexão. Concluimos cantando a Salvé.

 

 

 

Memória dia 22 de maio 2016

No marco do Jubileu dos 800 anos da Ordem, con grande alegria nos dirigimos a Caleruega, para beber da fonte da nossa espiritualidade, ao mesmo tempo que foi um dia de descontração, recreação e confraternização com as irmãs capitulares e com as que nos acompanharam de outras comunidades de Madrid. Fomos muito bem acolhidas pelos frades dominicanos, que nos guiaram e nos foram relatando em cada passo na visita guiada pelo convento, a história do nosso Padre Santo Domingo, com grande entusiasmo e ardor dominicano. À uma da tarde celebramos a Eucaristia na capela donde está o poço, que indica o lugar donde nasceu Santo Domingo, e de cuja água todas tivemos ocasião de beber, pedindo cada uma a sua intenção.

Depois do almoço, continuamos a viagem para Segóvia, donde realizamos uma visita guiada ao Aqueduto, à Catedral e alguns outros lugares históricos. Empreendemos a nossa viagem de regresso contentes da experiência vivida e com o coração agradecido às irmãs do Conselho Geral por haver-nos facilitado disfrutar deste dia.

Amanhã as nossas Capitulares terão um dia de retiro, para disporem-se a escutar a voz do Espírito de Deus e a discernir quem serão as irmãs que assumirão o serviço de animar a Congregação nos próximos anos. Segundo o cronograma, na terça-feira será a eleição da nossa próxima Coordenadora Geral. 

Memória dia 21 de maio 2016

Iniciamos o dia com a Eucaristia presidida pelo Pe. Ramón, Provincial dos Combonianos. Celebramos especialmente a ação de graças pelo início do Noviciado Continental Africano em Angola, e também pelos  aniversário de Juana Mary e Trindade (Trini).  No momento do ofertório apresentamos, ao som de tambores, dança e cântico africano, os nomes das noviças e as irmãs que formam a equipa que as acompanha neste processo.

Na sala, as irmãs do Continente Africano, nos animaram com um baile, a unir-nos à alegria pelo início do noviciado continental e ademais lhe agradecemos os presentes que nos ofereceram. Raquel leu-nos uma carta que enviaram, as nossas Irmãs Idalina, Olinda e Rita, acompanhantes das nove noviças que hoje iniciam o Noviciado Continental em Angola (3 de Moçambique, 4 de Congo e 2 de Angola), contando como foi todo o processo de preparação do noviciado. Acontecimento que acolhemos com alegria e esperança. Propôs a Ir. Irene fazer-lhes chegar uma carta de ânimo em nome de todas as capitulares, proposta acolhida por todas e encarregamos ao grupo de redação elaborar a comunicação.

Leram-se também as mensagens e saudações das irmãs e seguimos com as cartas das crianças do colégio de Lurdes, de Porto Rico. Ato contínuo deram-nos a conhecer o programa do domingo, destinado a uma visita a Caleruega e Segóvia.

Posteriormente demos início ao trabalho de grupos em que voltamos a tomar o tema trabalhado no primeiro dia para enriquecê-lo com as aportações que nos deu Javier Poveda e o que o grupo veja conveniente acrescentar.

Às 12h30 partilhamos em plenário o trabalho dos grupos, que foi enriquecido e clarificado por Javier Poveda, o que nos permitiu ir definindo já alguns pontos de economia. Concluímos a jornada celebrando no almoço, os aninversários de Juana Mary e Trini, deixando a tarde livre.

 

Memória dia 20 de maio 2016

Na oração de LAUDES com o textode Mateus 6,19-21 “Não acumulem para si tesouros na terra, donde a polilha e o óxido destroem, e donde os ladrõesse metem a roubar. Mas antes, acumulem para si tesouros no céu, donde nem a polilha nem o óxido carcomem, nem os ladrões se metem a roubar. Porque donde o teu tesouro, ali estará também o teu coração”. Fomos convidadas a centrar-nos no significado que para nós tem o uso dos bens materiais, considerados não como um fim em si mesmos, senão um meio para lograr o objetivo que lhe queremos dar para a comunicação de bens e a missão.

 

Fomos refletindo em silêncio a leitura do livro da Sabedoria que várias irmãs iam lendo, essa sabedoria que muito especialmente pedimos a Deus nesta nova jornada de trabalho:

Envia-a desde os teus santos céus,
e do teu trono de glória envia-la,
para que me assista em meus trabalhos
e venha eu a saber o que te é grato.”

Antes de iniciar o trabalho, tivemos muito presente o povo de Timor que hoje celebra o aniversário da sua independência e nos puseram um vídeo do internado que dirigem as nossas irmãs em Oecusse, Timor Leste. Também recebemos com tristeza a notícia do falecimento do jornalista Miguel de la Quadra-Salcedo, que realizou a arriscada missão de fazer uma reportagem sobre a guerra no Congo e, com a valentia que sempre o caraterizou, conseguiu resgatar o sacrário e alguns objetos pessoais das nossas queridas Irmãs Mártires do Congo. Na Eucaristia que se celebrou em Madrid com motivo dos 50 anos do Martírio das nossas irmãs, deu o seu testemunho carregado de emoção e sentimento. Que Deus o tenha na sua Santa Glória.

Num breve espaço, ao início da jornada de trabalho, a Ir. Araceli voltou a retomar o tema de los depósitos (fundos), para fazer algumas aclarações concetuais. Deram-se as indicações para o trabalho de grupos, que se realizou em dois momentos da manhã.

Pela tarde tivemos o plenário, com a presença de Javier Poveda, quem à medida que se iam apresentando os temas, nos foi indicando algumas observações que nos ajudem a centrar a nossa atenção para as decisões que vaiamos a tomar em torno à Economia.

Para distender a aridez do tema de trabalho, Javier nos projetou um vídeo divertido, mas simultaneamente nos oferecia a mensagem da importância de ser realista, saber o que queremos lograr, que devemos mudar e que estratégias buscar.

Concluímos o intenso dia de trabalho interpeladas por várias perguntas que Javier nos deixou para continuar o trabalho no dia seguinte.

Memória dia 19 de maio 2016

Iniciamos a manhã com a oração de Laudes celebrando o dia de Jesus Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote. A leitura de Lucas 22, 14-20 recorda-nos que o sacerdócio de Jesus continua presente no meio da Igreja: o dom da sua vida por seus discípulos continua vivo naqueles/as que junto com Ele somos chamadas a fazer o mesmo.

Na sala o grupo de animação convida-nos a cantar: “viva a gente... haveria menos gente difícil e mais gente com coração.”

Leram-se as comunicações e saudações de comunidades, irmãs, e das crianças do Colégio de Lurdes de Porto Rico. Todos e todas nos animam e agradecem as informações que vão recebendo cada dia.

Seguidamente Marisa Moresco, introduziu-nos no trabalho sobre economia, explicando junto com a Irmã Araceli, em palavras mais simples, para melhor entendermos a linguagem económica, usando os PowerPoints que nos havia apresentado dias antes, Javier Poveda, o economista que nos está assessorando. Terminada a apresentação se deram as indicações do trabalho que realizará cada grupo, identificando donde estamos (ponto de partida) e até onde queremos ir (ponto de chegada).

Pela tarde continuamos o trabalho, com a presença de Javier Poveda, a quem cada grupo expôs as suas conclusões e ele respondeu aos interrogantes e aclarações que se lhe solicitou. A jornada foi extensa e dialogou-se bastante para ir esclarecendo-nos em como vamos a enfocar e definir este tema.

Finalmente, Javier nos projetou um PowerPoint, onde mostrava as diferentes atitudes que vivemos ante um processo de câmbio e fomos convidadas a identificar-nos como estamos no termómetro. Ficamos com essa reflexão, demos por concluído o trabalho do dia.

Escala de aceitação da mudança


- Sabotagem: oposição dissimulada

- Greve: disto, me declaro em greve

- Protesto: expressar com veemência a sua queixa ou desconformidade

- Apatia: inércia, indolência, falta de vigor ou de energia

- Indiferença: estado de ânimo em que não se sente nem inclinação nem repugnância

- Aceitação: receber voluntariamente ou sem oposição o encargo

- Apoio: favorecer, patrocinar, ajudar

- Cooperação: atuar juntamente com outros para a consecução do fim do comum

- A plena identificação: fazer que duas coisas ou mais em realidades distintas apareçam e se considerem como uma mesma.

 

 

 

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