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Resenha dia 13 de maio 2016

“Sim, Senhor, tu sabes que te amo”, com esta declaração de amor fazemos nosso, na oração da manhã, o evangelho de João, expressando o nosso compromisso de amar a Deus e aos nossos irmãos.  Felicitamos e demos graças a Deus pela vida de Irene Farro no seu aniversário.

Eneida leu uma carta de agradecimento de Ignácio Marquinez, um leigo amigo, que como sinal do seu carinho e amizade às missionárias dominicanas, nos enviou uns bombons.

Irene Díaz apresentou os CD que elaboraram as Irmãs de Perú com motivo do centenário e que oferecem a cada umas das comunidades da Congregação. E recebemos com gratidão a prenda que nos enviou a Irmã Avelina, da comunidade de maiores de Arturo Soria, tecido por ela mesma.

Fizemos a leitura das comunicações de irmãs e comunidades, como cada dia, nos faz sentir muito unidas a toda la Congregação.

Estíbaliz apresentou a Marta Martínez Muñoz, socióloga, com especialidades em avaliação e  metodologia de trabalho com a infância que nos acompanhou no período da manhã.

Marta, apresentou o segundo informe de DIMIDORO, elaborado a partir das crónicas da comunidades, destacando que o informe é o produto do segundo trabalho, e como em qualquer trabalho de consultoria, o informe final é “um produto”, mas não é “o produto”. A ideia é que seja um instrumento de trabalho e a partir dele, dar-lhe quantos formatos se podem fazer possíveis. Fazer uma leitura e análise transversal, e como tal, o trabalho de consultoria é facilitar o instrumento.

Propôs uma primeira ronda para escutar as expectativas, as irmãs expressaram-se e Marta foi procurando responder às interrogações apresentadas.

Celebramos durante o almoço o aniversário da Irmã Irene Farro com uma rica comida, vinho e uma sobremesa muito gostosa.

Iniciamos o trabalho da tarde com o informe da comissão de Projetos de Desenvolvimento, formada pelas Irmãs. Teresa Beorlegui, Ana María Acedo e Estíbaliz Ladrón de Guevara, e duas leigas, Marian y Feli. Teresa apresentou a Memória Anual e informou sobre os projetos  ajudas realizadas em 2015 (Ler o Informe).

De seguida, a Irmã Estíbaliz Ladrón de Guevara apresentou a Comissão de Acción Verapaz, formada por Frei José Antonio Lobo, OP e por três leigos: Carlos Colmenarejo, Óscar Salazar, Paqui Cortés. Os quais valorizaram a coincidência que existe entre o carisma das Missionárias Dominicanas do Rosário, com o carisma de Acción Verapaz: uma opção pelos mais pobres, necessitados e os que não têm voz. Projetaram um vídeo, onde deram a conhecer os 20 anos de serviço de Acción Verapaz, destacando que o seu objetivo básico é a sensibilização e o sentir-se corresponsáveis do que passa em outros lugares.

Acción Verapaz é uma associação civil que partilha fundamentalmente o valor da solidariedade. Não acede muito a subvenções, a maior parte dos fundos procedem dos sócios colaboradores e através das múltiplas atividades que desenvolvem para reunir fundos e cobrir os requerimentos dos aproximadamente 40 projetos que apoiam por ano. De seguida, apresentaram um PowerPoint dando-nos a conhecer os diferentes projetos realizados para as obras apostólicas das Missionárias Dominicanas do Rosário, assim como, o vídeo da ajuda que se entregou a Moçambique, para a construção de casas, produto das inundações.

 

Terminamos a jornada partilhando a Eucaristia, presidida por Fr. José António Lobo, OP.

 

Memória - dia 12 maio 2016

Oração de Laudes: “Amai-vos umas às outras, como eu vos amei”. Em torno a esta mensagem do Evangelho de João realizamos a oração da manhã, na qual com o gesto de partilhar um pedaço de pão com uma irmã de outro país ou Continente, expressamos o nosso compromisso de unidade e reconhecemos na outra o “alimento” que brinda a Congregação a nós e a todos os nossos irmãos e irmãs do mundo inteiro. Culminamos a oração cantando o Pai-Nosso com os braços entrelaçados.

 Partilhamos as comunicações que hoje recebemos das irmãs e comunidades e também de leigos, que cada dia, nos animam e nos fazem sentir que não estamos sós.

Araceli apresentou o Sr. Miguel Sevillejas, assessor de finanças e contabilidade, que trabalha connosco desde 2010. Dentro do marco do Capítulo Geral e como parte importante deste, a nossa Ir. Araceli apresentou o informe económico, conforme o art. 168 das nossas Constituições. Fez uma leitura da justificação do informe, apresentando a execução do acordado no Capítulo anterior, os avances, as dificuldades e os desafios.

Durante estes anos, ao querer por em prática o novo sistema económico, constatamos, que por uma parte, nos implicou mais a todas interessando-nos pelos assuntos económicos, mas por outra parte, também surgiram dificuldades e simultaneamente, a tomada de consciência de que há pontos donde não temos critérios e formas de atuar a nível congregacional, pelo que, como já sabemos, neste Capítulo dedicaremos mais tempo à economia. Recordou também uma frase do Papa Francisco: “A economia, como a mesma palavra indica, deveria ser a arte de alcançar uma adequada administração da casa comum, que é o mundo inteiro”.

Uma economia donde nos sintamos administradoras, não proprietárias dos bens que recebemos e temos que saber cuidá-los, partilhá-los e frutificar para o bem de todas e a solidariedade com os povos.

Depois desta monição entregou o informe de gestão correspondente ao quinquênio, centrando a informação principalmente no ano 2015.

Estes informes serão devidamente apresentados pelas capitulares nas suas respetivas Províncias.

Terminou com uma sugestão para as Províncias donde assinala que seria recomendável que todas tenham um contabilidade mecanizada, na medida do possível, com o programa “ASESOR”, para unificar a contabilidade da Congregação. Ou pelo menos, se utilizem os diários de caixas e bancos que já foram elaborados para facilitar a contabilidade.

INFORME DO PROCESSO DE MONS. ZUBIETA,

FUNDADOR DA CONGREGAÇÃO

 

Atualmente por convite da nossa Irmã Coordenadora Geral e da sua Equipa, as responsáveis por este trabalho são as irmãs Cecilia Valbuena, Teresa Hernández y Kattia Montezuma (incorporada desde o mês abril ao mesmo). Vai-se avançando lentamente e seguindo as indicações do nosso irmão assessor Frei Vito Gómez (Ex postulador de parte da Ordem para a Causa dos santos dominicanos). O qual foi claro em coisas muito pontuais e inegociáveis:

  1. A causa do nosso Padre Fundador é de carácter HISTÓRICO (não contamos com testemunhos diretos e as poucas testificações recolhidas não são suficientes).
  2. Insistiu na natureza científica e rigorosa da HISTÓRIA, pelo qual é necessário recolher documentos, escritos, memórias, cartas, etc. É fundamental para sustentar e provar a fama de Santidade e Virtudes do nosso Padre Fundador.
  3. Na causa devemos envolver-nos toda a Congregação, cada qual oferecendo a sua contribuição desde o lugar donde está. Se bem que existe uma equipa que se encarrega da parte mais formal e canónica; há outra dimensão tão importante como a primeira, sem a qual não conseguiríamos adiante a Beatificação do nosso Padre Fundador. Dai à participação e a dedicação de todas as irmãs, comunidades, pessoas que trabalham nos nossos apostolados e leigos.

 

Seguidamente a equipa propôs ao Capítulo algumas formas de como trabalhar a figura e fama de Santidade do nosso Padre Fundador para pôr em consideração.

Depois de intercambiar alguns pareceres com a equipa; a Irmã Zully Rojas informou à Assembleia, que no marco da celebração do Centenário da fundação da Congregação, se iniciaram os processos para transladar os restos do nosso Padre Fundador do Santuário de Santa Rosa de Lima para o Convento do Patrocínio de Lima, para ser colocado na Sala Capitular, donde o nosso Padre viu nascer o sonho missionário que iniciou com a nossa Madre Beata Ascensión Nicol. Solicitam as duas Provinciais do Perú que posteriormente se lhes conceda um poder para gerirem este processo.

Se deixou a tarde para a leitura e estudo dos documentos do DIMIDORO, do Informe económico e do Plano de Formação.

Terminamos o dia reunidas para agradecer a Deus pelo trabalho realizado, na oração de vésperas, dando graças a Deus pela vida do nosso Padre Fundador

 

Resenha do dia 11 de maio de 2016

Iniciamos este dia celebrando a Eucaristia presidida por nosso Irmão Frei Dominico José Parra, Vicário da Província do Rosário (a que pertenceu nosso P. Fundador), que a partir da reflexão das leituras de Jo 17,11b-19, nos convida a centrar-nos em três pontos:

  1. A unidade: “que todos sejamos um, como Tu e Eu somos um”
  2. O envio: “Como tu me enviaste ao mundo, assim eu também vos envio ao mundo”
  3. E consagrar-nos na Verdade: “E, por eles me consagro Eu, para que também se consagrem eles na Verdade”

Seguimos celebrando as prendas da província Santo Tomás e lemos as comunicações das comunidades e irmãs que, com carinho e interesse nos acompanham desde os distintos países.

Já na sala capitular, a Ir. Begoña explicou a dinâmica a seguir durante a exposição/Informe da Ir. Coordenadora Geral. Nossa Ir. Dominga fez a leitura a seu Informe: “Visão Congregacional desde a Equipa Geralseguindo o esquema dos três eixos da Planificação do Capítulo anterior (Carisma, Criatividade Missionária, Inovação Estrutural) intercalando cada parte da sua exposição, com um pequeno trabalho de grupos de 10 minutos, para apresentar perguntas ou aclarações a respeito do conteúdo informado, fazendo seguidamente um breve diálogo com a Ir. Dominga.

Pela 1h da tarde a Ir. Isabel Zabalza apresentou, o Sr. Javier Polán membro do Grupo “Integra”, que veio com o objetivo de apresentar a proposta de uma “Aplicação de Gestão de Cúrias para Missionárias Dominicanas”, como ferramenta personalizada para a administração da base de dados de Irmãs e comunidades desde o âmbito da Cúria Geral e Províncias.

Pela tarde, a Ir. Isabel Zabalza, Secretária Geral leu a Acta da primeira sessão Capitular, realizada no dia 05 de Maio de 2016 presidida pela Ir. Dominga Garro Coordenadora General.  

A continuação a Ir. Secretária Geral apresentou o Informe da Secretaria Geral. Antes de terminar apresentou o número de irmãs que faleceram desde que a Congregação foi fundada, até hoje.

Finalmente, as irmãs foram convidadas a um tempo de descanso, seguindo-se um tempo para a leitura pessoal dos documentos de trabalho dos documentos apresentados, de modo que assimilar a informação para o trabalho posterior.

Terminamos o trabalho do dia com a oração de Vésperas.

Resenha do dia 10 de Maio

Oração: No marco do tema sobre a economia em função da missão, nos iluminou a leitura do dia: Jn. 11: “Sim, tudo o meu é teu e tudo o teu é meu”. Traduzido na perspetiva do bem comum e a missão “tudo é de  vós e tudo o vosso é meu...”.

Leitura das comunicações das irmãs e das comunidades de todos os cantos do mundo, dando-nos ânimo, carinho e agradecendo as informações que vão chegando.

Antes de iniciar o trabalho invocamos a presença do Espírito que nos guia e fortalece “....O Espírito vem em ajuda da nossa debilidade. Pois nós não sabemos como pedir para pedir como convém; mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis, e o que escruta os corações conhece qual é a aspiração do Espírito, e que sua intercessão a favor dos santos é segundo Deus...”(Rm 8, 26-28)

Javier Poveda fez um percurso do dia de ontem. Faz uma foto de donde estamos e o importante que é pensar e abrir um leque de critérios que há que ter. Num primeiro momento escutamo-nos e recolhemos as diferentes opiniões das irmãs como reação ao trabalho do dia anterior:

Projeção de um pequeno video: O Baile Irlandês (baile sincronizado): Nos convidou a observar o vídeo que como moral nos deixou: Que no conjunto cada um está no seu sitio, não se pisam, o bonito é que vão ao mesmo ritmo; quando se vai o bailarino principal, o baile não perde beleza, nem há perda de ritmo.

Seguidamente, Javier nos apresentou o resultado do estudo atual que permite estimar a situação estatística dos membros da Congregação, por continentes. Dados que servirão para tomar decisões. Depois desta apresentação, que em muitos casos já foi partilhada na Províncias e Comunidades, algumas irmãs expressaram os sentimentos que lhes suscitou.

Nos recorda novamente que o sentido de ver os dados, é para ajudar-nos a uma maior consciência e saber em que aspetos seria bom pensar e discernir, para organizar melhor o futuro próximo em fidelidade ao carisma e a missão.

Através de um trabalho em grupo e uma posterior posta em comum, fizemos uma primeira aproximação a discernir critérios e aspetos a priorizar nos diferentes âmbitos relacionados com a economia (laboral, formativo, contabilidade/tributário, orçamental, financeiro, organizativo, coordenação). Constatamos com alegria e esperança as coincidências ao assinalar as diferentes dimensões que mais à frente se vão aprofundar e definir no Capítulo.

Finalizamos com uma oração convidando-nos a fazer eco da reflexão que nos partilhou Javier e com o Vídeo: “vinho novo em odres novos, uma produção de nossas irmãs da província de Portugal e de Jacqueline Sothers, autora do texto.

Resenha dia 9 de maio

Na oração de laudes fomos convidadas a situar-nos nesta nova semana de trabalho, em atitude de abertura ao Espírito no marco da festa de Pentecostes, tendo presente as situações do mundo em que mais se necessita a força desse Espírito, e iluminadas pela leitura de Jo 16, 33... “No mundo tereis lutas; mas tende valor: eu venci ao mundo”.

Seguimos disfrutando e agradecendo a prendas das irmãs de Portugal e Moçambique, como também as diferentes mensagens que nos chegam de irmãs e comunidades de todas as Províncias e continentes onde estamos presentes. A equipa de animação introduziu-nos no trabalho deste dia, apresentando-nos um vídeo sobre a importância de trabalhar unidas. A irmã Araceli apresentou a Javier Poveda, economista de profissão, leigo redentorista, muito comprometido com a Igreja e com a Vida Religiosa, que assessora e acompanha várias congregações nos seus processos de organização e reorganização da economia, assessor da Fundação Santo Domingo e administrador da equipa de economia dos Redentoristas. Desde junho de 2014 vem trabalhando diretamente com Conselho Geral iluminando a reflexão e buscas em torno à dimensão económica. Integra de forma harmónica a vida familiar, a sua missão de facilitador e o serviço de catequista na sua Paróquia.

Iniciou a sua exposição fazendo um recorrido histórico pela Vida Religiosa e a sua relação com a economia, pondo enfase nas variáveis e nas diferentes tensões que foram evoluindo ao longo do tempo e as implicações que tiveram Vida Consagrada e em sua missão. Em cada momento histórico foi buscando e encontrando os princípios que lhes ajudaram a VR a responder ao momento e às circunstâncias que lhe tocava viver.

Desenvolve as diferentes tensões que marcaram cada momento histórico:

  • Na passagem da vida eremítica e para a monacal deu-se a tensão entre renunciar, necessitar e possuir.
  • Na passagem da vida monástica à mendicante, que se produziu séc. XIII, com o surgimento das ordens mendicantes, manifesta-se a tensão entre o acumular e o testemunhar.
  • No séc. XVI a tensão é entre a instalação e a inovação evangelizadora.
  • Nos séculos XIX e XX, a missão principal da Vida Religiosa é atender aos necessitados e não ter como prioridade a sua sustentabilidade no tempo.
  • E agora, situadas no séc. XXI, toca reinventar-nos para continuar a ser significativas e a não desaparecer.

A continuação Javier assinalou algumas situações comuns a todos os Institutos religiosos: a falta ou diminuição de recursos humanos, a perda de fontes tradicionais de financiamento, e a limitação que surge de uma fonte nova como os recursos do Estado (o governo) com as conseguintes limitações e dependência que gera. Também surge uma nova realidade: a atenção a/os religiosos/as maiores, que geram uma grande repercussão económica.

No período da tarde iniciamos respondendo pessoalmente à segunda pergunta do questionário, conscientes da nossa realidade:

a) O que carateriza a nossa situação económica atual e a nível social.

b) O que a carateriza a nível institucional (comunidade, província, congregação).

Finalizamos o dia com a oração na sala capitular.

Resenha do Terceiro dia - 07 de maio

Iniciamos com a oração da manhã meditando sobre a atitude espiritual como aprendizagem para nascer de novo. Já na sala capitular fez-se a leitura das mensagens de irmãs e comunidades, felicitamos as nossas Irmãs da Província Rainha da China pelo seu aniversário e continuamos celebrando a receção de ofertas que vêm dos diferentes países.

Iniciamos o trabalho dando continuidade ao tratado no dia anterior. Num primeiro momento Frei Javier Carballo complementou o exposto, desde uma visão do Governo à luz das Virtudes morais numa perspetiva espiritual (na memória do dia podemos ler o desenvolvimento da sua exposição).

Ressaltou as virtudes morais como aquelas que podem revitalizar e orientar o exercício do governo dominicano, destacando o valor da pessoa e a sua formação moral como condição que faça possível o seu compromisso e que possibilite a construção da comunidade.

Passámos à apresentação do trabalho de grupos realizado no dia anterior. Todos presentaram as suas conclusões, assinalando desafios e propostas que giraram em torno à missão, à formação e ao governo.

Depois da partilha, o Frei Javier propôs-nos algumas sugestões que lhe suscitaram enfatizando:

  • a urgência de desatacar as prioridades apostólicas missionárias,
  • as urgências que há que atender na congregação como a formação, a promoção vocacional, as nossas irmãs maiores, a formação permanente,
  • o valor da qualidade de vida comunitária e a missão,
  • a formação no contexto dominicano

 

Concluímos o trabalho da manhã com a Eucaristia. As irmãs, no período da tarde, nos tomamos um merecido descanso, para retomar o trabalho na segunda-feira, à hora programada.

 

Resenha do segundo dia - 06 de Maio

Neste segundo dia acompanhou-nos o Frei Javier Carballo O.P. Ex-Provincial da Província de Dominicanos de Espanha, presidente da Fundação Educativa de Santo Domingo FESD, quem nos  iluminou acerca do Estilo Dominicano de Governo, destacando a importância de viver a reestruturação desde a celebração do Jubileu dos 800 anos, num ambiente celebrativo e de reflexão, num contexto de agradecimento e de renovação.

Seguidamente, passou a desenvolver aspetos fundamentais que sustentam o Governo desde a espiritualidade dominicana.

No período da manhã convidou-nos a escutar, pensar e aprofundar acerca do estilo de obediência, governo e autoridade, tudo isto encarnado desde a liberdade, o serviço, a comunidade,  a responsabilidade e a contemplação. Durante sua a exposição assinalou:

  1. Claves importantes no governo dominicano;
  2. Dificuldades e desafios ao estilo dominicano de governo;
  3. Atitudes pessoais para o governo;
  4. Atitudes e funções do governo no processo de reestruturação;

 

  1. UM PROJETO COMUM DE CONGREGAÇÃO: de presenças significativas… que façam memória viva da presença do Evangelho;

 

  1. O serviço e a tomada de decisões.

 

 Ao concluir a sua exposição, realizamos trabalho de grupos, para sinalizar dois desafios que temos no governo Dominicano da Congregação e propostas para a nova forma de governo que enfrente estes desafios. Realizou-se o mesmo ao fim da tarde e concluímos o dia com a celebração da Eucaristia presidida pelo Frei Javier.

 

NOTA: O desenvolvimento e o conteúdo dos temas vão detalhados nas memórias do dia em espanhol.

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