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Colaboradores do Centro de Solidariedade do Chirangano, Quelimane

Eu sou Carlota Carlos Assamundine, de 22 anos de Idade natural de Quelimane.

Falar do meu trabalho aqui no Centro de Solidariedade do Chirangano é uma experiência muito boa, só de pensar nas actividades que faço é algo muito dignificante pra mim e me sinto muito alegre.

Comecei a frequentar o centro quando estava no ensino médio e já usava os serviços que o centro oferecia como: explicação, curso de Inglês, e curso de informática isto em 2011 quando abriu a biblioteca, fui sempre uma das leitoras activa, fui a décima pessoa a fazer a inscrição para obter o cartão e ter acesso a biblioteca. 

A minha participação como colaboradora começou em 2013, a convite das Irmãs para colaborar na área da biblioteca como bibliotecária e eu aceitei, fiz voluntariado na área de alfabetização foi uma experiencia incrível, vendo aqueles alfabetizandos a ler e a escrever para mim foi muito gratificante.

Actualmente só colaboro na área da biblioteca, Já se passam 4 anos de experiência, e tenho aprendido muito com as Irmãs. Aprendi que qualquer trabalho é digno e dignificante se executarmos com amor, num espirito de serviço e de entrega. Tenho atendido os leitores como irmãos e trabalho com alegria, e ganhei uma nova família que são os meus colegas de trabalho.

Me sinto muito bem realizando aquilo que são as minhas actividades aqui no centro, e tenho trabalhado cuidadosamente para deixar tudo em ordem.

 

Respondo pelo nome de Rosa Gonçalves Carlos e sou colaborada deste Centro

Comecei a frequentar o centro no ano 2012 onde fiz o curso de Informática e entrei nesse Centro como bibliotecária no ano 2014, no período das 14 as 18 horas.

Nos primeiros dias de execução desse trabalho tive muitas dificuldades mas com ajuda de outros colaboradores e muito mais da Irmã Mafalda Moniz consegui ultrapassar esse problema e é de louvar a Deus porque este trabalho tem sido muito significante, e tive muitas experiência de como trabalhar na secretaria, e muito mais na área da biblioteca onde agora executo meu trabalho sem nenhum problema e com muita dedicação e simpatia ao serviço dos estudantes que frequentam o centro,

Este Centro tem ajudado muito aos estudante do bairro e outros, oferecendo aulas de explicação e cursos intensivo de Inglês, Informática, o curso de corte e costura e Alfabetização. Agradeço muito as Irmãs por me ter colcoado a su aconfiança em mim durante estes anos. Muito obrigado.

  

Eu sou Maria Ribeiro

Trabalho no Pré-Escolar. Projecto “Crescer mais” do Centro de Solidariedade do Chirangano. Trabalhar neste projecto tem sindo uma experiência única.

Lidar com crianças dos 4 anos aos 5 anos de idade tem sido um desafio total, cada dia que passa sinto que o pouco que sabia acerca de crianças, era mesmo pouco, porque aqui não somos nós que ensinamos o que é amar o próximo mas sim as crianças é que nos ensinam. Ganhar a confiança delas é a melhor parte desse trabalho.

Trabalhar com crianças nesta faixa etária é estar sempre a testarem a nossa paciência e nossa responsabilidade.

Este é o meu segundo ano neste projecto, posso garantir que aprendi muito com as crianças e continuo a aprender a ser mais tolerante, mais paciente e a amar a todos sem escolhas apesar das dificuldades de que cada criança apresenta e ao saber ultrapassar essas dificuldades é sempre um incentivo para continuar a esforçar-me ainda mais.

 

Chamome, Kelven Tomas Pedro Barroso,de 24 anos de idade, sou natural de Quelimane,

Iniciei a minha colaboração no Centro de Solidariedade do Chirangano a convite das Irmãs em Fevereiro de 2016 na área de Informática.

Tem sido para mim um grande desafio, lecciono o Curso que tem a duração de 2 Meses, ministrando cinco pacotes, Windows, Word, Excel Powerpoint e Internet, ministrados em três períodos distintos Manhã das 08 as 10h, Tarde das 14 as 16h e das 16 as 18h,

Até este momento  tenho sentido um bom acompanhamento vindo dos estudantes, das Irmãs, por parte e dos outros colaboradores, fazendo um bom ambiente de amizade e irmandade.

Por fim quero agradecer a Deus em primeiro lugar pela força, coragem e paciência que em mim tem depositado para a realização das minhas tarefas e pelas irmãs pela oportunidade de colaborar no centro.

 

 

 

 

 

Sou Nilza Regalado

Comecei a trabalhar no Centro de Solidariedade do Chirangano em 2016 a convite das Irmãs, para colaborar na área da cozinha e limpezas das salas. Desde o princípio abracei esse desafio onde me encontro até então.

Falar do meu trabalho aqui não saberia por onde começar já que cada dia é um desafio, tenho trabalho com a máxima dedicação e amor, e tenho feito o lanche das crianças do pré escolar.

Me sinto alegre a cada dia que passa vendo os sorrisos de cada criança, todas felizes comendo o lanche. Me sinto muito bem trabalhar aqui e tem sido uma óptima experiência. Aqui no centro ganhei uma outra família de amigos e colaboradores. 

 

 

 

 

Sou Ivania Cândido Sualige colaboradora do centro de solidariedade de Chirangano.

Foi contratada pelas irmãs Missionária Dominicanas do Rosário no dia 10 de Fevereiro de 2016, comecei a trabalhar no dia 13 de Fevereiro foi bem recebida pelos colegas assim como pelas irmãs.

Nos primeiros dois meses foi difícil porque não tinha experiencia das atividades não sabia dividir o tempo do trabalho. Com ajuda dos colaboradores adaptei-me ás atividade o que não percebia procurava saber com os colegas mas experientes não fazia algo, sem procurar saber como, e que se faz.

É uma boa experiência estar a colaborar no centro, aprendi muita coisa com ajuda dos colegas, aprendi a trabalhar em equipa, aprendi a lidar com o público, a ser paciente, prendi a arrumar livros de formas correta, a preencher os livros dos leitores, a fazer inscrições dos cursos, preencher fichas, a fazer cartões, renovações, preencher faturas,  a me comunicar melhor com pessoas a fazer Marketing dos cursos existentes no centro.

Agradeço as irmãs Missionárias Domínicas por me contratarem como colaboradora do centro e pela iniciativa da existência do centro, o centro ajuda muita gente a se formar e ajuda no desenvolvimento do bairro Chirangano assim como os moradores da cidade de Quelimane se beneficiam muito do centro.

 

Chamo-me Goncalves Valia Merci, natural de Quelimane.

   

Chamo-me Alves Maceti, natural de Quelimane.

 

Começamos a trabalhar no Centro de Solidariedade do Chirangano, em 2012 desde lá até agora, já temos 5 anos de trabalho aqui no centro, na área de segurança do centro, ainda não houve reclamações por parte da segurança, o trabalho esta andar sem nenhum problema.

Alem de sermos segurança fazemos outras actividades como cuidar do jardim, a limpeza do pátio, controlar a água e olhamos também na segurança do pré-escolar, que tem a ver com a segurança das crianças dentro do centro, quer na parte interna e externa do centro.

 O trabalhar aqui no centro é uma experiencia, muito boa temos aprendido muito com as Irmãs, o trabalho que fazemos é com amor, e muita dedicação e respeito.

Os outro colaboradores das outras áreas tem nos ajudado muito e trabalhamos com espirito de fraternidade.

 

Chamo-me de Rodrigues Rodrigues Taiobo, vivo no bairro Torrone velho, sou natural Quelimane, tenho 28 anos de idade.

Dizer que comecei a colaborar neste centro como alfabetizador no ano de 2014, fui bem recebido com todo respeito e me sinto feliz por estar neste centro porque todos colaboram bem e não há nada do mal.

Actualmente colaboro em duas áreas, tais como alfabetizador e bibliotecário, também o trabalho esta andar bem e como deve ser.

O Centro de Solidariedade do Chirangano tem muita aderência e é reconhecido como uma das principais biblioteca da cidade, isto porque vêem alunos, estudantes oriundos dos outros bairros que vem de muito longe, não só o centro já formou muitos estudantes e os mesmos quando entram de ferias sempre vem visitar o centro e olham como ponto de partida e ate agora o centro continua formando alunos.

Por último agradecer a Deus pela saúde que me tem proporcionado e as Irmãs Missionarias Dominicanas do Rosário pelo carinho que elas têm para com o centro como também pelos colaboradores deste estabelecimento é por tudo isso que o centro esta a funcionar bem. 

 

 

Aniversário do Jardim Flori

No passado dia 23 de fevereiro, o Flori festejou o seu 49º aniversário. A festa que se realizou no salão, apesar de muito simples, foi muito significativa.

A diretora dirigiu algumas palavras de acordo com a data e, posteriormente inaugurou-se um monitor que nos indica quantos dias faltam para o colégio fazer 50 anos. Depois, foi altura de todos cantarem os parabéns e o hino do colégio. O bolo que estava delicioso foi partilhado por todos: alunos, professores, funcionárias e muitas irmãs e, por fim, fez-se a entrega do Livro do Ano. Os alunos regressaram sorridentes às suas salas e as professoras e irmãs orgulhosas pela data, pela postura dos alunos, pelo espelho de todo o seu trabalho e dedicação.

No mesmo dia, ao final da tarde, depois de um dia de aulas e de trabalho, o ginásio do Flori encheu-se com a nossa comunidade educativa. Pequenos e grandes quiseram estar presentes na Eucaristia que se realizou em Ação de Graças pelo aniversário do colégio, nesta iniciativa promovida pela APIFLORI.

A cerimónia, num ambiente descontraído, foi presidida pelo Frei Pedro, mas teve a preciosa colaboração dos nossos alunos. As crianças fizeram as leituras, participaram no ofertório e todos cantaram. Mostraram-se felizes nos seus papéis e viveram a eucaristia de uma forma muito responsável e sentida. Para os adultos, irmãs, pais, avós e professores foi uma festa inesquecível da família Flori. Foi só mais um momento, e já foram tantos ao longo destes 49 anos, para se ver e sobretudo sentir o que se ensina e aprende neste “cantinho amoroso”.

Esta Eucaristia marcou o início de muitas atividades que se irão realizar até ao dia 24 de fevereiro de 2018, data em que o colégio fará 50 anos. Mais um marco importante nesta longa caminhada!

 

 

Associação Acreditar

Em maio de 2016, no dia da sua 1ª Comunhão, os meninos (agora finalistas) iniciaram uma caminhada a par da Associação Acreditar. O valor angariado no peditório da Eucaristia desse dia foi doado à Associação que, na altura, se encontrava com o projeto da construção da nova casa de apoio às famílias das crianças internadas no IPO do Porto. Houve um empenho fabuloso por parte de todos os familiares e os meninos ficaram orgulhosos por poder ajudar um pouquinho neste projeto tão interessante.

Já este ano letivo, a 15 de novembro, teve lugar a apresentação do novo Movimento Acreditar, bem como da nova casa. O colégio foi convidado a estar presente e os meninos do 4º ano representaram a instituição. Foi um dia pleno de experiências enriquecedoras, em que as nossas crianças puderam ver o fruto da sua ajuda. Nas prateleiras, ainda vazias, ficou a nossa oferta: um livro que conta a história da Madre Flori.

Dois meses depois, em janeiro, foi a nossa vez de convidar a Acreditar a vir ao colégio. Assim, no âmbito da semana do voluntariado, que decorreu entre 16 e 20 de janeiro, vieram ao Flori duas Barnabés dar o seu testemunho. Foi maravilhoso ouvir as suas histórias e a forma otimista com que ambas encararam e venceram a doença. Os nossos meninos, uma vez mais, presenciaram e perceberam a realidade de quem passa parte da sua vida nos corredores do IPO.

Nesse mesmo dia, o Colégio foi convidado a estar presente na inauguração da Casa Acreditar do Porto, no dia 15 de fevereiro. As turmas do 4º ano marcaram presença nesse momento tão importante, em representação do Jardim Flori. Visitaram a casa já pronta e viram as prateleiras já bem recheadas de livros e brinquedos. Contactaram com as pessoas ligadas à Associação e foram muito elogiadas por todos os presentes, tendo em conta as suas ações de solidariedade e as bonitas cações que entoaram nessa tarde.

Todas as crianças cresceram imenso com esta experiência e, na primeira pessoa, exprimem votos de otimismo para com os que travam esta batalha:

 

Acredita!    Sorri!       Desistir? Não!       Eu sei que consegues!     Vence! 

Sê positivo!     Acredita até ao fim!     Coragem!       Eu sei que consegues! 

 

Festa da FLORI 2017

Já tem alguma tradição o Centro Social 6 de Maio – Amadora, Portugal - celebrar a Festa da Flóri no dia do seu aniversário de nascimento, ou seja dia 14 de março.

Todos os anos se celebra de maneira diferente, mas a verdade é que quando, em cada ano, se começa a preparar a celebração, as crianças de 4 e 5 anos ainda se lembram do que lhes foi contado no ano anterior. Gostam do nome FLORI e dizem-no com muito gosto. Até os meninos da Creche (1, 2 e 3 anos o dizem muito bem).

Este ano celebrou-se assim:

Uns dias antes a Ir. Deolinda foi a todas as salas da Creche e Pré-Escolar contar a História da Flóri e foi escutada com muita atenção!

  

 

No mesmo dia 14 cada uma das quatro salas fez um bolo, com os quais se fez um bolo único que ficou muito bonito, grande e apetitoso. Todas as crianças sabiam que esse bolo era para cantar os PARABÉNS à Flori e para celebrar a sua Festa. A alegria e entusiasmo era visível na expressão das crianças e de todos.  

 

Os meninos da Sala Verde também fizeram uma boneca “Flori”, para levaram para casa.

A Educadora e os meninos da Sala Azul fizeram um cartaz muito bonito sobre a Flori e compuseram a letra que se segue para uma canção a ela dedicada, que agora cantam todos juntos, várias vezes, antes do almoço.

“ Florentina nasceu em Espanha
E cresceu a amar Jesus
Abraçou a Missão
Como Ascensão Nicol.

               Poim, Poim, Poim,
               A Flóri é amiga
               Plim, plim, olim
               Com muita algria
               E amor no coração
               Dedicou a vida aos outros.

Viajou até ao Peru
Ensinou e ajudou
Com muita fe e oração
Entre os perigos da floresta.

 

 Foi uma Festa simples e linda.

 

Ir. Deolinda Rodrigues

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