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Memória dia 18 de maio 2016

SEMEADORAS DE ESPERANÇA

Senhor, quando nos mandas semear, desbordam as nossas mãos de riqueza.

Tua Palavra nos enche de alegria quando a escutamos em terra aberta.

Senhor, quando mandas semear, sentimos na alma a pobreza.

Lançamos a semente que nos deste e esperamos com incerteza a colheita.

E nos parece que é perder tempo este semear em insegura espera.

E nos parece que é pouco grão para a imensidão da nossa terra.

E nos aplasta a desproporção do teu mandato frente às nossas forças.

Mas a fé faz-nos compreender que estás ao nosso lado neste trabalho.

E avançamos semeando pela noite e pela névoa matinal, profetas pobres,

mas confiadas de que Tu estás ao nosso lado nesta missão.

Glória a ti, Pai bom, que nos deste teu Verbo, semente verdadeira

 e que, pela graça do Espírito, a semeias conosco na tua Igreja.

Com este salmo que recitamos na oração de Laudes e a leitura da carta de Tiago 5,7: “Tenham paciência, irmãos, até que chegue o Senhor. Mirem como o semeador espera o fruto precioso da terra, aguardando pacientemente até que caiam as chuvas do outono e da primavera”, nos convida a assumir as atitudes de Jesus sendo semeadoras do seu Reino, com esperança, fé e paciência. É nossa responsabilidade, como representantes da Congregação neste Capítulo, preparar as sementes, com muito cuidado, delicadeza e amor, para que sejam semeadoras nos lugares donde mais se necessitem.

Posteriormente na sala, demos início ao trabalho deste dia lendo as mensagens recebidas das comunidades.

De seguida, passámos ao plenário do trabalho realizado ontem pelo los diferentes grupos em relação aos três grandes Eixos: Revitalização do Carisma, Criatividade Missionária e Inovação Estrutural. Trabalho que se seguirá enriquecendo com a metodologia de rotação: todas as áreas são revistas e trabalhadas por todos os grupos de forma rotativa, acrescentando, suprimindo ou completando o que o grupo anterior havia realizado.

Fez-se a revisão do rascunho do trabalho sobre a Formação Inicial, centrando-nos no Ponto de Partida (donde estamos) e no ponto de chegada (onde queremos chegar). Fizeram-se algumas sugestões para incorporar no documento.

Finalmente se deram as indicações para o trabalho rotativo dos grupos no primeiro momento da tarde.

Depois de um descanso, procedemos ao plenário, onde nos vamos dando conta do enriquecedor que é todos os grupos estarem envolvidos nos três grandes Eixos.

Terminamos o dia de trabalho celebrando a Eucaristia, presidida pelo Pe. Anastasio Gil, Director Nacional das Obras Missionárias Pontifícias de Espanha, que em nossa honra, celebrou uma Eucaristia Missionária, ressaltando a importância que tem para a Igreja e para o mundo a presença de tantos/as missionários/as em todos os cantos do planeta, especialmente naquelas situações de maior pobreza.

Memória dia 17 maio 2016

Iniciamos o dia com a oração de Laudes, iluminadas com a Palavra tomada do Evangelho de Lucas 6,47-49, que nos convida a construir sobre a rocha firme e a ter a posta a nossa confiança em Deus. Recitamos o Salmo 126: (o esforço humano é inútil sem Deus), sentindo-nos convidadas a ser conscientes, do “sentido do trabalho e do atuar humano como colaboração na criação. Não estamos sós, nem trabalhamos em obras exclusivamente nossas. O Senhor constrói conosco o nosso existir e a nossa história”.

 

Já na sala capitular leram-se ass mensagens das Irmãs e também a resenha da Irmã. Reginalda, destacando a sua intensa vida entregada à missão no Peru; e como se sentiu missionária até ao fim da sua vida, deixando-nos um grande testemunho de compromisso e entrega.

Informou a Ir. Estíbaliz, sobre uma carta do encarregado do voluntariado a ONG Selvas Amazónicas, que comunica que existem três voluntários dispostos a servir na missão durante o mês de agosto. A Ir. Estíbaliz, pediu que se alguma comunidade está disposta a acolhê-los que o comunique à Curia Geral.

A Ir. Marisa Moresco apresentou em PowerPoint o rascunho do resumo do trabalho realizado pelos grupos sobre a Formação Inicial. Deram-se algumas sugestões para integrá-las ao mesmo trabalho.

Posteriormente, se passa a trabalhar pelos grupos da Formação Permanente, aplicando a metodologia proposta para o novo Plano Geral.

No plenário recolheram-se as contribuições dos grupos para posteriormente serem redatadas. Finalmente deu-se a conhecer, o método de trabalho nos grupos nos demais apartados do documento de Trabalho Capitular; conhecido por método de “rotação”, envolvendo assim todos os grupos nos distintos capítulos do Plano Geral da Congregação.

Este trabalho desenvolveu-se durante a tarde e pôs-se em comum para termos uma visão geral de como se está desenvolvendo o mesmo.

Concluímos o dia com a oração de vésperas iluminadas por um powerpoint chamado “a rocha” e finalizamos com o cântico: o Senhor é a minha força, minha rocha e salvação”.

 

Memória dia 16 maio 2016

Com a Eucaristia, partilhada com o nosso irmão Felicísimo, iniciamos a terceira semana capitular, donde o nosso irmão nos animava com a seguinte frase do evangelho de hoje: “Com a fé pode-se tudo”, que nos ajudará a entrar com ânimo e esperança nesta esta semana de trabalho mais intenso. Também unimo-nos às irmãs da Província Santo Tomás ante o inesperado falecimento da irmã Reginalda, no dia de Pentecostes, e oramos para que Deus a tenha gozando já no seu Reino.

Na primeira parte da manhã, continuamos revendo o Plano de Formação Inicial e a centrar-nos no trabalho em definir critérios a respeito do Aspirantado.

Depois do descanso lemos as cartas de irmãs e comunidades e agradecemos as suas orações. Marisa Moresco, apresentou uma nova proposta de Planificação para o presente Capítulo, a qual foi aprovada por todas las irmãs capitulares.

Fomos convidadas a retomar o documento de trabalho capitular e por grupos analisar a proposta de “estudar a possibilidade de um noviciado e juniorado congregacional, proposta já contida no Capítulo de 2011 e que neste este quinquênio foi ganhando mais força”.

Pela tarde pusemos em comum uma primeira aproximação à proposta apresentada, a qual seguiremos aprofundando nos próximos dias.

Concluímos com a oração de Vésperas, convidadas pela Palavra a nascer de novo e a deixar-nos guiar pelo Espírito.

Resenha do dia 14 de maio 2016

ANIVERSÁRIO BEATIFICAÇÃO DA MADRE ASCENSION NICOL

No dia 14 de maio, dia memorável para as Missionárias Dominicanas do Rosário, na oração fizemos uma menção especial a este acontecimento da beatificação de nossa Madre Ascensão Nicol Goñi. Em atitude de agradecimento ressaltamos os valores que caracterizaram a nossa Madre fundadora. 

Iniciamos a sessão na sala capitular com o canto “Um Ideal”.

Projetou-se um Power Point elaborado pela nossa Irmã Nieves Escanciano, no marco do 11º aniversário da beatificação da nossa Madre Fundadora, ressaltando as suas virtudes e a herança que deixa à congregação desse espírito missionário e empreendedor que a caraterizou.

A irmã Estíbaliz presentou-nos o tema de hoje: Plano Geral de Formação Inicial.

O Plano de Formação da Congregação, muda o esquema com respeito ao Plano anterior: a estrutura por Etapas aponta a mais um desenvolvimento lineal da formação, e a nossa vida a vivemos no processo, com descidas e subidas; por isso se propõe o acompanhamento como algo em espiral.

O processo nos fala mais de humanização, crescimento na fé desde o encontro com o Senhor e com os irmãos, por isso, neste modelo, já não cabe a palavra “formadora”, senão “acompanhante”, e a comunidade seria casa de acompanhamento.

Durante a manhã tivemos um primeiro momento de intercâmbio e apreciações a respeito do Plano de Formação; para logo passar a um trabalho mais grupal seguindo as indicações que nos dão a equipa responsável de animar este dia.

Pela tarde nos reunimos para realizar o plenário e posta em comum do conversado e aprofundado, apontando por sua vez expectativas e sugestões.

Finalizamos o dia com a Eucaristia, presidida por Frei José Parra O.P. e acompanhadas pelas Irmãs das comunidades de Madrid, celebrando a vigília de Pentecostes ao mesmo tempo que seguimos tendo presente a Madre Ascensión Nicol no aniversário da sua beatificação.

Retomaremos o trabalho na segunda-feira, depois de um merecido descanso.

Resenha dia 13 de maio 2016

“Sim, Senhor, tu sabes que te amo”, com esta declaração de amor fazemos nosso, na oração da manhã, o evangelho de João, expressando o nosso compromisso de amar a Deus e aos nossos irmãos.  Felicitamos e demos graças a Deus pela vida de Irene Farro no seu aniversário.

Eneida leu uma carta de agradecimento de Ignácio Marquinez, um leigo amigo, que como sinal do seu carinho e amizade às missionárias dominicanas, nos enviou uns bombons.

Irene Díaz apresentou os CD que elaboraram as Irmãs de Perú com motivo do centenário e que oferecem a cada umas das comunidades da Congregação. E recebemos com gratidão a prenda que nos enviou a Irmã Avelina, da comunidade de maiores de Arturo Soria, tecido por ela mesma.

Fizemos a leitura das comunicações de irmãs e comunidades, como cada dia, nos faz sentir muito unidas a toda la Congregação.

Estíbaliz apresentou a Marta Martínez Muñoz, socióloga, com especialidades em avaliação e  metodologia de trabalho com a infância que nos acompanhou no período da manhã.

Marta, apresentou o segundo informe de DIMIDORO, elaborado a partir das crónicas da comunidades, destacando que o informe é o produto do segundo trabalho, e como em qualquer trabalho de consultoria, o informe final é “um produto”, mas não é “o produto”. A ideia é que seja um instrumento de trabalho e a partir dele, dar-lhe quantos formatos se podem fazer possíveis. Fazer uma leitura e análise transversal, e como tal, o trabalho de consultoria é facilitar o instrumento.

Propôs uma primeira ronda para escutar as expectativas, as irmãs expressaram-se e Marta foi procurando responder às interrogações apresentadas.

Celebramos durante o almoço o aniversário da Irmã Irene Farro com uma rica comida, vinho e uma sobremesa muito gostosa.

Iniciamos o trabalho da tarde com o informe da comissão de Projetos de Desenvolvimento, formada pelas Irmãs. Teresa Beorlegui, Ana María Acedo e Estíbaliz Ladrón de Guevara, e duas leigas, Marian y Feli. Teresa apresentou a Memória Anual e informou sobre os projetos  ajudas realizadas em 2015 (Ler o Informe).

De seguida, a Irmã Estíbaliz Ladrón de Guevara apresentou a Comissão de Acción Verapaz, formada por Frei José Antonio Lobo, OP e por três leigos: Carlos Colmenarejo, Óscar Salazar, Paqui Cortés. Os quais valorizaram a coincidência que existe entre o carisma das Missionárias Dominicanas do Rosário, com o carisma de Acción Verapaz: uma opção pelos mais pobres, necessitados e os que não têm voz. Projetaram um vídeo, onde deram a conhecer os 20 anos de serviço de Acción Verapaz, destacando que o seu objetivo básico é a sensibilização e o sentir-se corresponsáveis do que passa em outros lugares.

Acción Verapaz é uma associação civil que partilha fundamentalmente o valor da solidariedade. Não acede muito a subvenções, a maior parte dos fundos procedem dos sócios colaboradores e através das múltiplas atividades que desenvolvem para reunir fundos e cobrir os requerimentos dos aproximadamente 40 projetos que apoiam por ano. De seguida, apresentaram um PowerPoint dando-nos a conhecer os diferentes projetos realizados para as obras apostólicas das Missionárias Dominicanas do Rosário, assim como, o vídeo da ajuda que se entregou a Moçambique, para a construção de casas, produto das inundações.

 

Terminamos a jornada partilhando a Eucaristia, presidida por Fr. José António Lobo, OP.

 

Memória - dia 12 maio 2016

Oração de Laudes: “Amai-vos umas às outras, como eu vos amei”. Em torno a esta mensagem do Evangelho de João realizamos a oração da manhã, na qual com o gesto de partilhar um pedaço de pão com uma irmã de outro país ou Continente, expressamos o nosso compromisso de unidade e reconhecemos na outra o “alimento” que brinda a Congregação a nós e a todos os nossos irmãos e irmãs do mundo inteiro. Culminamos a oração cantando o Pai-Nosso com os braços entrelaçados.

 Partilhamos as comunicações que hoje recebemos das irmãs e comunidades e também de leigos, que cada dia, nos animam e nos fazem sentir que não estamos sós.

Araceli apresentou o Sr. Miguel Sevillejas, assessor de finanças e contabilidade, que trabalha connosco desde 2010. Dentro do marco do Capítulo Geral e como parte importante deste, a nossa Ir. Araceli apresentou o informe económico, conforme o art. 168 das nossas Constituições. Fez uma leitura da justificação do informe, apresentando a execução do acordado no Capítulo anterior, os avances, as dificuldades e os desafios.

Durante estes anos, ao querer por em prática o novo sistema económico, constatamos, que por uma parte, nos implicou mais a todas interessando-nos pelos assuntos económicos, mas por outra parte, também surgiram dificuldades e simultaneamente, a tomada de consciência de que há pontos donde não temos critérios e formas de atuar a nível congregacional, pelo que, como já sabemos, neste Capítulo dedicaremos mais tempo à economia. Recordou também uma frase do Papa Francisco: “A economia, como a mesma palavra indica, deveria ser a arte de alcançar uma adequada administração da casa comum, que é o mundo inteiro”.

Uma economia donde nos sintamos administradoras, não proprietárias dos bens que recebemos e temos que saber cuidá-los, partilhá-los e frutificar para o bem de todas e a solidariedade com os povos.

Depois desta monição entregou o informe de gestão correspondente ao quinquênio, centrando a informação principalmente no ano 2015.

Estes informes serão devidamente apresentados pelas capitulares nas suas respetivas Províncias.

Terminou com uma sugestão para as Províncias donde assinala que seria recomendável que todas tenham um contabilidade mecanizada, na medida do possível, com o programa “ASESOR”, para unificar a contabilidade da Congregação. Ou pelo menos, se utilizem os diários de caixas e bancos que já foram elaborados para facilitar a contabilidade.

INFORME DO PROCESSO DE MONS. ZUBIETA,

FUNDADOR DA CONGREGAÇÃO

 

Atualmente por convite da nossa Irmã Coordenadora Geral e da sua Equipa, as responsáveis por este trabalho são as irmãs Cecilia Valbuena, Teresa Hernández y Kattia Montezuma (incorporada desde o mês abril ao mesmo). Vai-se avançando lentamente e seguindo as indicações do nosso irmão assessor Frei Vito Gómez (Ex postulador de parte da Ordem para a Causa dos santos dominicanos). O qual foi claro em coisas muito pontuais e inegociáveis:

  1. A causa do nosso Padre Fundador é de carácter HISTÓRICO (não contamos com testemunhos diretos e as poucas testificações recolhidas não são suficientes).
  2. Insistiu na natureza científica e rigorosa da HISTÓRIA, pelo qual é necessário recolher documentos, escritos, memórias, cartas, etc. É fundamental para sustentar e provar a fama de Santidade e Virtudes do nosso Padre Fundador.
  3. Na causa devemos envolver-nos toda a Congregação, cada qual oferecendo a sua contribuição desde o lugar donde está. Se bem que existe uma equipa que se encarrega da parte mais formal e canónica; há outra dimensão tão importante como a primeira, sem a qual não conseguiríamos adiante a Beatificação do nosso Padre Fundador. Dai à participação e a dedicação de todas as irmãs, comunidades, pessoas que trabalham nos nossos apostolados e leigos.

 

Seguidamente a equipa propôs ao Capítulo algumas formas de como trabalhar a figura e fama de Santidade do nosso Padre Fundador para pôr em consideração.

Depois de intercambiar alguns pareceres com a equipa; a Irmã Zully Rojas informou à Assembleia, que no marco da celebração do Centenário da fundação da Congregação, se iniciaram os processos para transladar os restos do nosso Padre Fundador do Santuário de Santa Rosa de Lima para o Convento do Patrocínio de Lima, para ser colocado na Sala Capitular, donde o nosso Padre viu nascer o sonho missionário que iniciou com a nossa Madre Beata Ascensión Nicol. Solicitam as duas Provinciais do Perú que posteriormente se lhes conceda um poder para gerirem este processo.

Se deixou a tarde para a leitura e estudo dos documentos do DIMIDORO, do Informe económico e do Plano de Formação.

Terminamos o dia reunidas para agradecer a Deus pelo trabalho realizado, na oração de vésperas, dando graças a Deus pela vida do nosso Padre Fundador

 

Resenha do dia 11 de maio de 2016

Iniciamos este dia celebrando a Eucaristia presidida por nosso Irmão Frei Dominico José Parra, Vicário da Província do Rosário (a que pertenceu nosso P. Fundador), que a partir da reflexão das leituras de Jo 17,11b-19, nos convida a centrar-nos em três pontos:

  1. A unidade: “que todos sejamos um, como Tu e Eu somos um”
  2. O envio: “Como tu me enviaste ao mundo, assim eu também vos envio ao mundo”
  3. E consagrar-nos na Verdade: “E, por eles me consagro Eu, para que também se consagrem eles na Verdade”

Seguimos celebrando as prendas da província Santo Tomás e lemos as comunicações das comunidades e irmãs que, com carinho e interesse nos acompanham desde os distintos países.

Já na sala capitular, a Ir. Begoña explicou a dinâmica a seguir durante a exposição/Informe da Ir. Coordenadora Geral. Nossa Ir. Dominga fez a leitura a seu Informe: “Visão Congregacional desde a Equipa Geralseguindo o esquema dos três eixos da Planificação do Capítulo anterior (Carisma, Criatividade Missionária, Inovação Estrutural) intercalando cada parte da sua exposição, com um pequeno trabalho de grupos de 10 minutos, para apresentar perguntas ou aclarações a respeito do conteúdo informado, fazendo seguidamente um breve diálogo com a Ir. Dominga.

Pela 1h da tarde a Ir. Isabel Zabalza apresentou, o Sr. Javier Polán membro do Grupo “Integra”, que veio com o objetivo de apresentar a proposta de uma “Aplicação de Gestão de Cúrias para Missionárias Dominicanas”, como ferramenta personalizada para a administração da base de dados de Irmãs e comunidades desde o âmbito da Cúria Geral e Províncias.

Pela tarde, a Ir. Isabel Zabalza, Secretária Geral leu a Acta da primeira sessão Capitular, realizada no dia 05 de Maio de 2016 presidida pela Ir. Dominga Garro Coordenadora General.  

A continuação a Ir. Secretária Geral apresentou o Informe da Secretaria Geral. Antes de terminar apresentou o número de irmãs que faleceram desde que a Congregação foi fundada, até hoje.

Finalmente, as irmãs foram convidadas a um tempo de descanso, seguindo-se um tempo para a leitura pessoal dos documentos de trabalho dos documentos apresentados, de modo que assimilar a informação para o trabalho posterior.

Terminamos o trabalho do dia com a oração de Vésperas.

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