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Memória dia 24 de maio 2016

“Não há maior liberdade que a de deixar-se conduzir pelo Espírito”

 

Iniciamos o dia com a oração da manhã iluminadas com o texto de Mt.19,28-30.

Depois de uns minutos de meditação em silêncio, cada uma leu pessoalmente um breve artigo sobre a “Liderança do Papa” escrita por Francesc Torralba, na que destaca os rasgos de um liderança para estes novos tempos, desde a figura do Papa Francisco. Esta liderança assenta-se sobre uma conjunção de fatores bem definidos: a simplicidade, a sinceridade, a seriedade, a credibilidade, a prudência, e o testemunho pessoal. São estes valores muito apreciados, que geram um impacto positivo e que a cidadania deseja perceber nos seus líderes para poder segui-los, para gerar aquela corrente de confiança recíproca que é a que, em definitiva, permite impulsar as mudanças nas comunidades, nas organizações, e finalmente, também na sociedade.

Demos graças a Deus pelo aniversário da Província de Santo Domingo, finalizando este momento com um cântico.

Iniciamos a reunião na sala capitular, com um momento divertido, vendo um vídeo de um pequeno menino celebrando a missa. De seguida, lemos as mensagens e saudações de irmãs e leigos.

A Ir. Begonha Abad nos apresentou a planificação do dia:

  1. Leitura das atas das sessões anteriores.
  2. Palavras de motivação da Ir. Dominga Garro.
  3. Trabalho de grupos: retomar o documento de trabalho e reler o documento de trabalho sobre o Governo, sobre três pontos: 1) tempo de duração do governo até ao próximo Capítulo, 2) Nº de Irmãs que conformarão o Conselho Geral e 3) Perfil das Irmãs que integrarão esta Equipa. Sugeriram que se reveja o Nº 110 das Constituições.
  4. Partilha do trabalho de grupos (depois do descanso).
  5. Pela tarde se realizaria a eleição da Irmã Coordenadora Geral.

 

A secretária do Capítulo, Ir. Jacqueline Sothers leu as atas dos dias 11 e 12 de Maio. Fez um resumo do desenvolvido: Informes das Irmãs Coordenadora Geral, Secretária Geral e Administradora Geral; e também da Equipa que está levando o processo de Beatificação do nosso Padre Fundador.

A continuação, a Irmã Dominga Garro partilhou como foi a sua experiência, nos distintos serviços que realizou na Congregação, como Formadora, Coordenadora Provincial e estes dois períodos de Coordenadora Geral; o que supôs o ter que renunciar a outras opções e iniciar algo novo. Mas todas estas experiências foram enriquecedoras para ela, pela sorte que teve em partilhar estos serviços com irmãs valiosas que aportaram muito à sua vida, não foi para ela una carga, porque foi sempre um serviço partilhado, uma bonita experiência de equipa.  Por isto exorta, a que tenhamos em conta que mais importante do que preparação e valores das irmãs que têm que assumir esta missão, mais importante é saber partilhá-la juntas, olhando na direção de um mesmo objetivo, isto ajudará a Equipa a ser mais efetiva e a assumir tudo o que implica este compromisso. Isto é o que espera de nós a Congregação, a Igreja e toda as pessoas com quem trabalhamos.

Começou o trabalho de grupos e na segunda parte da manhã, partilhou-se o trabalho de grupos. As coincidências giraram em torno ao seguinte:

a) Regressar ao art. 110 das Constituições: Coordenadora Geral e 4 conselheiras

b) Duração do período de governo de 6 anos.

c) Perfil: Capacidade de trabalho em equipa, sentido de pertença, abertura, simplicidade, escuta e humildade; dispostas a aprender, gerar corrente de confiança recíproca entre as irmãs, credibilidade e testemunho pessoal; acompanhar e animar. Atitude proactiva para o discernimento, confrontação e tomada de decisões, capacidade para exigir que se cumpram os acordos e normas. Visão de futuro e consciência de universalidade da Congregação;  humanidade, coerência, prioridade pela missão e  ter em conta o que o Capítulo delegou. Fortalecer o sentido de autoridade como serviço.  

Procedeu-se à votar por separado das duas propostas: Nº de irmãs que constituirão o Conselho Geral e o tempo de governo, ficando aprovadas as duas seguintes propostas:

  1. O Conselho Geral estará conformado pela Coordenadora Geral e quatro Conselheiras.
  2. O Conselho Geral é eleito para um período de 6 anos.

Contando ainda com tempo disponível, continuamos a pedido da Assembleia, realizar uma  sondagem e continuar até donde chegue o processo para a eleição da Coordenadora Geral.

Com muita agilidade se fez a sondagem; e seguidamente procedeu-se à Votação para a eleição da Coordenadora Geral; sendo eleita por maioria absoluta a Irmã Raquel Gil.

Perguntou-se se aceitava o serviço, a qual respondeu emocionada que se sentia pequena e incapaz, mas sabendo que pode contar com a força de Deus e a ajuda de todas das irmãs, aceitou.

A Irmã Dominga Garro entregou-lhe o anel que pertenceu à nossa Madre Fundadora, e que por tradição se lhe concede à nova Coordenadora Geral. Com este ato tão emotivo concluímos o importante acontecimento na sala Capitular, entre cantos, saudações, e umas emotivas palavras da nossa Irmã Raquel.

Antes do almoço tivemos um pequeno brindes acompanhadas pelas irmãs das comunidades próximas. Também degustamos um rico gelado e umas excelentes tortitas de azeite que nossas Irmãs da Província de Santo Domingo partilharam por seu aniversário.

Concluímos a tarde com uma oração de ação de graças a Deus pelo serviço do Conselho Geral General que termina o seu serviço e pela disponibilidade da nossa Irmã Raquel.

Amanhã continuaremos com o processo de eleição das quatro Conselheiras.

Memória dia 23 de maio 2016

“O Senhor nos dará o seu Espírito Santo, não temais abri o coração, Derramará o todo seu amor.”


Hoje dia 23 de maio, iniciamos a semana apresentando ao Senhor tudo o que vamos a viver nela. Este dia de retiro quisemos que fosse um dia de silêncio, de escuta, de paz, tranquilidade e sossego. Nos dias passados tivemos “muito ruído”, as nossas mentes estiveram muito ocupadas e preocupadas. Ontem foi dia de descanso e o agradecemos.

Fomos convidadas a encontrar-nos conosco mesmas, com Deus e escutar a voz do Espírito. Necessitamos pedir-lhe que nos envie os seus dons, o seu Espírito para poder ser fieis a suas inspirações, que nos dê a sabedoria para atuar segundo o querer de Deus e fazer a sua vontade.

Cantamos uma canção invocando a presença do Espírito Santo sobre todas as irmãs Capitulares. Escutamos a sua Palavra e em profundo silêncio, começamos a deixar-nos levar por sua vontade.

Na sala capitular, a nossa irmã Zully nos convidou a reler as contribuições e reflexões do nosso irmão Frei Javier Carballo (memórias do 2º y 3º dia), por sua vez el dia foi iluminado pelos seguintes textos:

  • I Cor. 12.1-11
  • Gálatas 3,27-28

 

Seguidamente, deixamo-nos interpelar pelo filme “Cheia de Graça”, deixando todo o dia para a reflexão, interiorização e discernimento.

Terminamos o dia com a oração de Vésperas na qual se retomou o significado que o governo não é o que exercita um grupo líder, senão, é o exercício de responsabilidade de cada uma; porque todas participamos da autoridade em distintos graus… O governo é como o fio condutor que vai da contemplação à missão, e da missão à contemplação.

Nos encontramos em Deus com um coração agradecido, nos deixamos contemplar desde esse primeiro olhar, que nos convidou a deixar tudo… Ele nos oferece o seu Espírito, que hoje nos fala em diversas línguas, culturas, povos… Somos dom, umas para as outras; e a vivência da unidade e a diversidade de dons é oferta para a Igreja. Que como Maria deixemos transparecer a confiança de Deus posta em nós.

Partilhamos a vivência do dia aos pares, as quais espontaneamente puseram em comum a sua reflexão. Concluimos cantando a Salvé.

 

 

 

Memória dia 22 de maio 2016

No marco do Jubileu dos 800 anos da Ordem, con grande alegria nos dirigimos a Caleruega, para beber da fonte da nossa espiritualidade, ao mesmo tempo que foi um dia de descontração, recreação e confraternização com as irmãs capitulares e com as que nos acompanharam de outras comunidades de Madrid. Fomos muito bem acolhidas pelos frades dominicanos, que nos guiaram e nos foram relatando em cada passo na visita guiada pelo convento, a história do nosso Padre Santo Domingo, com grande entusiasmo e ardor dominicano. À uma da tarde celebramos a Eucaristia na capela donde está o poço, que indica o lugar donde nasceu Santo Domingo, e de cuja água todas tivemos ocasião de beber, pedindo cada uma a sua intenção.

Depois do almoço, continuamos a viagem para Segóvia, donde realizamos uma visita guiada ao Aqueduto, à Catedral e alguns outros lugares históricos. Empreendemos a nossa viagem de regresso contentes da experiência vivida e com o coração agradecido às irmãs do Conselho Geral por haver-nos facilitado disfrutar deste dia.

Amanhã as nossas Capitulares terão um dia de retiro, para disporem-se a escutar a voz do Espírito de Deus e a discernir quem serão as irmãs que assumirão o serviço de animar a Congregação nos próximos anos. Segundo o cronograma, na terça-feira será a eleição da nossa próxima Coordenadora Geral. 

Memória dia 21 de maio 2016

Iniciamos o dia com a Eucaristia presidida pelo Pe. Ramón, Provincial dos Combonianos. Celebramos especialmente a ação de graças pelo início do Noviciado Continental Africano em Angola, e também pelos  aniversário de Juana Mary e Trindade (Trini).  No momento do ofertório apresentamos, ao som de tambores, dança e cântico africano, os nomes das noviças e as irmãs que formam a equipa que as acompanha neste processo.

Na sala, as irmãs do Continente Africano, nos animaram com um baile, a unir-nos à alegria pelo início do noviciado continental e ademais lhe agradecemos os presentes que nos ofereceram. Raquel leu-nos uma carta que enviaram, as nossas Irmãs Idalina, Olinda e Rita, acompanhantes das nove noviças que hoje iniciam o Noviciado Continental em Angola (3 de Moçambique, 4 de Congo e 2 de Angola), contando como foi todo o processo de preparação do noviciado. Acontecimento que acolhemos com alegria e esperança. Propôs a Ir. Irene fazer-lhes chegar uma carta de ânimo em nome de todas as capitulares, proposta acolhida por todas e encarregamos ao grupo de redação elaborar a comunicação.

Leram-se também as mensagens e saudações das irmãs e seguimos com as cartas das crianças do colégio de Lurdes, de Porto Rico. Ato contínuo deram-nos a conhecer o programa do domingo, destinado a uma visita a Caleruega e Segóvia.

Posteriormente demos início ao trabalho de grupos em que voltamos a tomar o tema trabalhado no primeiro dia para enriquecê-lo com as aportações que nos deu Javier Poveda e o que o grupo veja conveniente acrescentar.

Às 12h30 partilhamos em plenário o trabalho dos grupos, que foi enriquecido e clarificado por Javier Poveda, o que nos permitiu ir definindo já alguns pontos de economia. Concluímos a jornada celebrando no almoço, os aninversários de Juana Mary e Trini, deixando a tarde livre.

 

Memória dia 20 de maio 2016

Na oração de LAUDES com o textode Mateus 6,19-21 “Não acumulem para si tesouros na terra, donde a polilha e o óxido destroem, e donde os ladrõesse metem a roubar. Mas antes, acumulem para si tesouros no céu, donde nem a polilha nem o óxido carcomem, nem os ladrões se metem a roubar. Porque donde o teu tesouro, ali estará também o teu coração”. Fomos convidadas a centrar-nos no significado que para nós tem o uso dos bens materiais, considerados não como um fim em si mesmos, senão um meio para lograr o objetivo que lhe queremos dar para a comunicação de bens e a missão.

 

Fomos refletindo em silêncio a leitura do livro da Sabedoria que várias irmãs iam lendo, essa sabedoria que muito especialmente pedimos a Deus nesta nova jornada de trabalho:

Envia-a desde os teus santos céus,
e do teu trono de glória envia-la,
para que me assista em meus trabalhos
e venha eu a saber o que te é grato.”

Antes de iniciar o trabalho, tivemos muito presente o povo de Timor que hoje celebra o aniversário da sua independência e nos puseram um vídeo do internado que dirigem as nossas irmãs em Oecusse, Timor Leste. Também recebemos com tristeza a notícia do falecimento do jornalista Miguel de la Quadra-Salcedo, que realizou a arriscada missão de fazer uma reportagem sobre a guerra no Congo e, com a valentia que sempre o caraterizou, conseguiu resgatar o sacrário e alguns objetos pessoais das nossas queridas Irmãs Mártires do Congo. Na Eucaristia que se celebrou em Madrid com motivo dos 50 anos do Martírio das nossas irmãs, deu o seu testemunho carregado de emoção e sentimento. Que Deus o tenha na sua Santa Glória.

Num breve espaço, ao início da jornada de trabalho, a Ir. Araceli voltou a retomar o tema de los depósitos (fundos), para fazer algumas aclarações concetuais. Deram-se as indicações para o trabalho de grupos, que se realizou em dois momentos da manhã.

Pela tarde tivemos o plenário, com a presença de Javier Poveda, quem à medida que se iam apresentando os temas, nos foi indicando algumas observações que nos ajudem a centrar a nossa atenção para as decisões que vaiamos a tomar em torno à Economia.

Para distender a aridez do tema de trabalho, Javier nos projetou um vídeo divertido, mas simultaneamente nos oferecia a mensagem da importância de ser realista, saber o que queremos lograr, que devemos mudar e que estratégias buscar.

Concluímos o intenso dia de trabalho interpeladas por várias perguntas que Javier nos deixou para continuar o trabalho no dia seguinte.

Memória dia 19 de maio 2016

Iniciamos a manhã com a oração de Laudes celebrando o dia de Jesus Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote. A leitura de Lucas 22, 14-20 recorda-nos que o sacerdócio de Jesus continua presente no meio da Igreja: o dom da sua vida por seus discípulos continua vivo naqueles/as que junto com Ele somos chamadas a fazer o mesmo.

Na sala o grupo de animação convida-nos a cantar: “viva a gente... haveria menos gente difícil e mais gente com coração.”

Leram-se as comunicações e saudações de comunidades, irmãs, e das crianças do Colégio de Lurdes de Porto Rico. Todos e todas nos animam e agradecem as informações que vão recebendo cada dia.

Seguidamente Marisa Moresco, introduziu-nos no trabalho sobre economia, explicando junto com a Irmã Araceli, em palavras mais simples, para melhor entendermos a linguagem económica, usando os PowerPoints que nos havia apresentado dias antes, Javier Poveda, o economista que nos está assessorando. Terminada a apresentação se deram as indicações do trabalho que realizará cada grupo, identificando donde estamos (ponto de partida) e até onde queremos ir (ponto de chegada).

Pela tarde continuamos o trabalho, com a presença de Javier Poveda, a quem cada grupo expôs as suas conclusões e ele respondeu aos interrogantes e aclarações que se lhe solicitou. A jornada foi extensa e dialogou-se bastante para ir esclarecendo-nos em como vamos a enfocar e definir este tema.

Finalmente, Javier nos projetou um PowerPoint, onde mostrava as diferentes atitudes que vivemos ante um processo de câmbio e fomos convidadas a identificar-nos como estamos no termómetro. Ficamos com essa reflexão, demos por concluído o trabalho do dia.

Escala de aceitação da mudança


- Sabotagem: oposição dissimulada

- Greve: disto, me declaro em greve

- Protesto: expressar com veemência a sua queixa ou desconformidade

- Apatia: inércia, indolência, falta de vigor ou de energia

- Indiferença: estado de ânimo em que não se sente nem inclinação nem repugnância

- Aceitação: receber voluntariamente ou sem oposição o encargo

- Apoio: favorecer, patrocinar, ajudar

- Cooperação: atuar juntamente com outros para a consecução do fim do comum

- A plena identificação: fazer que duas coisas ou mais em realidades distintas apareçam e se considerem como uma mesma.

 

 

 

Memória dia 18 de maio 2016

SEMEADORAS DE ESPERANÇA

Senhor, quando nos mandas semear, desbordam as nossas mãos de riqueza.

Tua Palavra nos enche de alegria quando a escutamos em terra aberta.

Senhor, quando mandas semear, sentimos na alma a pobreza.

Lançamos a semente que nos deste e esperamos com incerteza a colheita.

E nos parece que é perder tempo este semear em insegura espera.

E nos parece que é pouco grão para a imensidão da nossa terra.

E nos aplasta a desproporção do teu mandato frente às nossas forças.

Mas a fé faz-nos compreender que estás ao nosso lado neste trabalho.

E avançamos semeando pela noite e pela névoa matinal, profetas pobres,

mas confiadas de que Tu estás ao nosso lado nesta missão.

Glória a ti, Pai bom, que nos deste teu Verbo, semente verdadeira

 e que, pela graça do Espírito, a semeias conosco na tua Igreja.

Com este salmo que recitamos na oração de Laudes e a leitura da carta de Tiago 5,7: “Tenham paciência, irmãos, até que chegue o Senhor. Mirem como o semeador espera o fruto precioso da terra, aguardando pacientemente até que caiam as chuvas do outono e da primavera”, nos convida a assumir as atitudes de Jesus sendo semeadoras do seu Reino, com esperança, fé e paciência. É nossa responsabilidade, como representantes da Congregação neste Capítulo, preparar as sementes, com muito cuidado, delicadeza e amor, para que sejam semeadoras nos lugares donde mais se necessitem.

Posteriormente na sala, demos início ao trabalho deste dia lendo as mensagens recebidas das comunidades.

De seguida, passámos ao plenário do trabalho realizado ontem pelo los diferentes grupos em relação aos três grandes Eixos: Revitalização do Carisma, Criatividade Missionária e Inovação Estrutural. Trabalho que se seguirá enriquecendo com a metodologia de rotação: todas as áreas são revistas e trabalhadas por todos os grupos de forma rotativa, acrescentando, suprimindo ou completando o que o grupo anterior havia realizado.

Fez-se a revisão do rascunho do trabalho sobre a Formação Inicial, centrando-nos no Ponto de Partida (donde estamos) e no ponto de chegada (onde queremos chegar). Fizeram-se algumas sugestões para incorporar no documento.

Finalmente se deram as indicações para o trabalho rotativo dos grupos no primeiro momento da tarde.

Depois de um descanso, procedemos ao plenário, onde nos vamos dando conta do enriquecedor que é todos os grupos estarem envolvidos nos três grandes Eixos.

Terminamos o dia de trabalho celebrando a Eucaristia, presidida pelo Pe. Anastasio Gil, Director Nacional das Obras Missionárias Pontifícias de Espanha, que em nossa honra, celebrou uma Eucaristia Missionária, ressaltando a importância que tem para a Igreja e para o mundo a presença de tantos/as missionários/as em todos os cantos do planeta, especialmente naquelas situações de maior pobreza.

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