banner_dominicanas1 banner_dominicanas2 banner_dominicanas3 banner_dominicanas4 banner_dominicanas5 banner_dominicanas6 banner_dominicanas7

Ana Miranda recebe prémio

_resized_287x240_IMG_8298.jpgO Padre Nuno Burguete destacou-se durante décadas na promoção, valorização e defesa da prática e dos valores do Ensino Particular e Cooperativo, não só como Diretor Pedagógico e Educador, mas também como Fundador e Dirigente ativo da AEEP (Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo).

Assim, a AEEP decide atribuir anualmente o Prémio Padre Nuno Burguete a Educadores do Ensino Particular e Cooperativo seu associado, que se tenha distinguido durante a sua carreira escolar ao serviço da educação e dos Alunos.
Foi com grande honra que no passado dia 21 de Outubro o colégio Flori assistiu à entrega deste prémio à professora Ana Maria da Silva Miranda.

Professora no Flori desde 1980, acumulando a direcção pedagógica durante 23 anos, sempre revelou o seu dinamismo, dedicação e disponibilidade, aliados a uma enorme “paixão” pelo ensino e excecional competência.

A Ana consegue conciliar a atenção com que acompanha os seus alunos, garantindo uma forte relação de amizade e segurança, a uma exigência profissional inabalável, promovendo a autonomia e o saber…

Parabéns Ana Miranda, por este prémio tão merecido!

Pelos nossos filhos…obrigado Ana.

(Texto de Susana Machado)

Num dia de Outubro

há cerca de dez anos, conheci o Jardim Flori. Tinha completado os dezoito anos de idade e iniciado a licenciatura em psicologia. Por sugestão de uma pessoa amiga, que sabia que o colégio procurava uma colaboradora para ficar com as crianças no final da tarde, dirigi-me ao Jardim Flori e conversei com a Madre Margarida.

No primeiro ano, comecei por trabalhar duas horas. E ao fim de cinco anos, trabalhava no colégio quase toda a tarde, confiando a Madre Margarida no meu trabalho não só junto das crianças, mas também nas visitas de estudo, na secretaria ou na substituição temporária de educadoras ou professoras.
Durante estes cinco anos, conciliei as aulas na universidade com o Jardim Flori. Foram anos de muito trabalho e empenho. Em ambos os contextos vi sempre o meu esforço e a minha dedicação serem reconhecidos. Depois de concluída a licenciatura, era necessária uma formação mais prática na área da psicologia. O afastamento do colégio era inevitável, uma vez que este novo desafio profissional exigia uma disponibilidade total. Assim, deixei o Jardim Flori, tendo sido assumido o compromisso de que um dia regressaria ao colégio.

Os três anos seguintes traduziram-se numa contínua aposta na formação, através de estágios, pós-graduações e um mestrado, permitindo-me o aperfeiçoamento de competências como profissional de psicologia. Passados esses três anos, regressei ao Jardim Flori. Este regresso foi para mim a concretização de um sonho pessoal e profissional. Atualmente, estou a trabalhar como psicóloga no colégio, tendo contado com a colaboração de todos os agentes educativos no processo de construção do serviço de psicologia.

O Jardim Flori é mais do que uma instituição de ensino. É uma casa onde os saberes e os valores são transmitidos às crianças e partilhados entre todos, com amor e alegria. Acredito que esta cumplicidade e esta familiaridade são o que melhor caracterizam o colégio. Esta generosidade acontece diariamente e surge reforçada nas celebrações e festas que acontecem ao longo do ano letivo, como a festa de natal, onde alunos, famílias e toda a comunidade escolar confraternizam.

Para mim, trabalhar no Jardim Flori tem sido uma experiência maravilhosa. Nos últimos dez anos, o colégio proporcionou-me muitas concretizações pessoais e profissionais. Sempre procurei retribuir a confiança que depositaram em mim com responsabilidade, empenho e motivação no exercício da minha atividade profissional. Recentemente, iniciei o doutoramento em psicologia e procurei adequar o projeto de tese às áreas de interesse do colégio. Deste modo, pretendo-me especializar na área da psicologia do desenvolvimento e educação da criança, com o objetivo principal de dar um meu contributo ao colégio e continuar a construir e melhorar o serviço de psicologia do Jardim Flori.

Ana Filipa

Presépio de Medelim

Este ano as paredes do nosso presépio foram construídas com corda. Assim, por elas passa o vento e passa o frio, como símbolo da precariedade e ausência de uma verdadeira celebração de Natal que para muitas pessoas ficou diluída no “pesadelo da crise”.

Para quem tem fé faz-se presente o Amor de um Deus feito menino que transforma o ambiente do presépio e do nosso coração. Ao construir o presépio da nossa paróquia no lado lateral direito colocámos uma árvore seca, confecionada com alguns arbustos,  colocados com a raiz para cima, símbolo de muita gente que durante o “barulho” da crise que invade o país e o mundo pouco ou nada coloca no terreno de Deus.

Para muitos o Natal reduz-se a prendas e adornos, recordemo-nos da verdadeira  Estrela do Natal, um Menino que acendeu no mundo a luz do amor solidário para que cada pessoa e cada povo  construísse a paz colaborando no fazer do bem comum. É assim que este Deus amor se manifesta, nos nossos gestos simples de generosidade e de bem-fazer.

Continuemos atentos à passagem do Natal…!

Missionárias Dominicanas – Comunidade de Medelim

BOAS FESTAS NO DIA DA NOSSA MADRE FUNDADORA BEATA ASCENSÃO NICOL

   

 

A força mostra-se na debilidade.
M. Ascensão encarnou 
e implementou
o ideal missionário:

viver ao serviço dos empobrecidos

 

 

Muito queridas irmãs.

Como é do conhecimento de todas, o Conselho Provincial fez a visita Canónica e a aprovação dos Projetos comunitários, a todas as comunidades da Província, entre os meses de dezembro e janeiro.

Desde então muitos acontecimentos se têm vindo realizando, e o mais importante foi a presença do Pe. Felicísimo no meio de nós. Com uma grande riqueza Teológica e seu testemunho de vida, ajudou-nos a refletir sobre a importância da nossa Consagração na Congregação e na Igreja.

Quais são as motivações, convicções, que nos impulsionam a viver o Espírito de Jesus? Uma Espiritualidade baseada na Fé, que nos convida à mudança, novas formas de estarmos juntas, porque a verdadeira mudança implica renúncia, é um desafio, por isso chega o momento de se tomar consciência de que nos falta muito caminho, porque não é possível estabelecer a reestruturação sem a força da graça interior, disponibilidade, enraizada na fé e na oração. A extraordinária metáfora da imagem da casa construída sobre rocha e a casa construída sobre areia, meditar sobre a fé como único fundamento da nossa vida religiosa, como fonte última da espiritualidade. ( Mat 7,21-27)

Ao celebrarmos a festa da nossa Beata Ascensão Nicol, faço referência ao Salmo 130:’’ O homem de fé aguarda pelo Senhor mais que a sentinela pela Aurora. Esta deve ser a nossa experiência como eleitas de Deus a olhar o mundo na sua verdade, sem nos deixarmos abater pelas tribulações. Por isso convido-vos a viver a festa da Madre Fundadora com uma atitude de confiança, convencidas de que somos escolhidas por Deus para uma missão dentro da história da Salvação. Que nossos projetos pessoais e nossas pequenas ações, nos levem ao grande projeto de Deus. Só assim transformaremos o nosso mundo. Procuremos adquirir o verdadeiro espírito dos nossos Fundadores. Eles nos indicaram o caminho para a missão.

Fraternalmente

Lisboa 7 de Fevereiro de 2012

Irmã Maria Adelaide Varanda

Festa da Madre Fundadora - Comunidade da Venda Nova 2012

Como vem sendo hábito e conforme está previsto no nosso Projecto Comunitário, os Trabalhadores/as e Voluntários/as do Centro Social 6 de Maio, nos dias dos nossos Fundadores vêm, em pequenos grupos, a casa das Irmãs tomar o café e comer um bolinho.
É sempre um momento muito agradável e de convívio. Desta vez pensamos sortear uma bolsa bonita do Peru, que calhou à Liliana Ferreira, Subdiretora do Centro. Bem a merece…

Pedimos-lhes, também, que quem quisesse, nos deixasse uma mensagem, um recado.
Seguem, então, essas mensagens, das quais gostamos muito:

“Bem haja a todas as Irmãs Dominicanas, por toda a dedicação e missões pelo mundo inteiro! Gosto de sentir que faço parte deste Projecto”
Nucha (Educadora)

“É um prazer enorme poder partilhar este dia tão especial com as Irmãs, esperando que continuem sempre a partilhar este espírito de ajuda com todas as pessoas que se cruzam no seu caminho”
Sara (Psicóloga)

“Muitos Parabéns pelo trabalho realizado por todo o mundo. A generosidade e a bondade das Missionárias é uma mais valia para todas as pessoas desfavorecidas. Espero que possam continuar a espalhar a Palavra e a estender a mão a todos”
Maria João (Coordenadora Pedagógica)

“É uma alegria poder partilhar este dia com as irmãs Dominicanas do Rosário, que tanto amor, ajuda e fé têm espalhado por todo o mundo! Obrigada!”
Mafalda (Educadora)

“Continuem a honrar a Missão desta Mulher fantástica (Ascensão Nicol)! Obrigado!”
Paula (Educadora)

“Mais um dia de convívio, com quem partilha bons valores e sabe transmiti-los de modo a prosperarem entre todos”
Carina (Educadora)
“São muito bons estes momentos de convívio e partilha”
Liliana (Sub-Directora)

“Que mantenham sempre o coração e a mente aberta porque só assim se consegue ajudar e fazer a diferença. Por vezes encontramos dificuldades pelo caminho, obstáculos difíceis, mas com fé e perseverança, conseguiremos ultrapassá-los.
Coração! Abertura! Sorriso! Amor! Coragem! Luta!”
Para sempre: Helena, Paulina, Rosário, Francisca (Auxiliares de Educação)

“Respeito e fidelidade na “nossa” Missão!”
Tânia (Auxiliar de Educação)

“Um grande Bem Haja às Irmãs Missionárias Dominicanas do Rosário pelo contributo que têm dado à Humanidade, transformando-a num Mundo Melhor.
Um grande beijo e continuação do vosso bom trabalho”
Susana (Técnica do serviço Social”

“Com um beijinho muito grande: Felicidade! Lealdade! Amor! Espiritualidade! Comunidade!”
Liliana(Coordenadora do Projecto de Comunidade); Manu (Secretaria); Alice (Serviços Gerais)

“ Parabéns, Irmãs! Um grande beijinho pela admiração e respeito pelo vosso trabalho no Bairro. Que Deus vos conceda sempre esse dom da partilha, compreensão e solidariedade”
Margarida ((Auxiliares de Educação)

“Um grande beijo e um muito Obrigado por tudo o que têm feito por mim. São como uma segunda família”
Sofia (Técnica do Serviço Social)

“Agradecemos de todo o coração a vossa presença no Centro, no Bairro e nas nossas vidas, sinal do Amor do Pai! Muitos beijinhos”
Antonita, Sandra, Alice, Joana, Arminda e Nuno (Serviços Gerais)

Logo de manhã participamos na Eucaristia, celebrada na casa Provincial e presidida pelo Fr. Rui OP, que fez uma homilia lindíssima, focando, entre outros aspectos a complementaridade para a Missão, entre a Madre Ascensão e Mons. Zubieta. Depois foi um pequeno almoço de festa…

Pequenas flores que vão nascendo no meio do deserto

 

Ata do encontro da CJP-CIRP – Bairro das Fonsecas

No dia 25.01.2012, às 10h00, teve lugar a reunião da ComissãoJP no Bairro das Fonsecas e Quinta dos Barros, onde vive uma pequena comunidade de inserção das Irmãs Teresianas. Participaram as Irmãs Júlia Barroso, Aida, Deolinda,  Helena Moderno, Maria do Carmo Bogo e  os padres Luca e Valentim. Foi nossa guia a Ir. Júlia Barroso, que nos acompanhou numa v isita ao bairro, explicando a sua história desde os tempos em que o local era ocupado por barracas, passando pelo pós-25 de Abril e a construção de dois blocos de habitação cooperativa, até aos nossos dias com a construção de um novo bloco de habitação social por parte da Câmara de Lisboa.

Constatamos que a história do bairro se vai construindo a partir de uma realidade de marginalização geográfica, social e económica, no meio de muitas vicissitudes e no desconhecimento por parte da generalidade das pessoas e instituições da realidade que ali se vive. Até em termos eclesiásticos a descoberta deste bairro como parte da Paróquia do Campo Grande só se verificou durante a primeira década de 2000.

Tanto os dois primeiros blocos do modelo cooperativo como o último propriedade da CM de Lisboa, obedeceram a interessantes projectos de espaços de encontro e de convívio. Foram realizados com esse objectivo, mas constatamos que antes, como agora, a população não foi capaz de corresponder às oportunidades que lhe foram oferecidas: os espaços não foram utilizados para isso, tornaram-se espaços de insegurança e sensíveis à degradação material. Esta situação explica-se pelo facto de se tratar de pessoas vindas das mais diversas partes do país, de fracos meios económicos, de acentuado nível de iliteracia e de ausência de forças organizadas e capacitadas para criarem entre elas o sentido da comunidade activa.

Os moradores do primeiro bloco, no pós-25 de Abril conseguiram ter alguma capacidade de organização, o que explica  apesar de tudo alguma dinâmica comunitária. Há uma associação de moradores com um espaço de convívio-bar e recinto desportivo. A partir do momento em que a Igreja “descobriu” o lugar e começou a fazer alguma aproximação às pessoa, começou a esboçar-se alguma dinâmica de maior humanização. A presença da pequena comunidade das irmãs teresianas foi um elemento determinante para isso, tendo em conta o espírito do projecto dessa comunidade: não vir para fundar uma obra no sentido habitual do termo, mas simplesmente para estarem iguais entre iguais, mas segundo o espírito do Evangelho.

Com as irmãs ali – são três neste momento – foi irradiando uma força agregadora e, nessa pequena comunidade foi aparecendo um espaço de confiança e humanização. Acolher as pessoas em casa, fora da habitual ordem conventual, escutá-las, encaminhá-las e eventualmente acompanhá-las traz uma dimensão de humanidade frequentemente ausente das vidas desestruturadas, sem laços, com baixo nível de autoestima e por vezes em total resignação ou dependência. Provavelmente essa presença terá provocado mais atenção por parte da autarquia e da Paróquia do Campo Grande. Foi disponibilizado um espaço devoluto e que agora é gerido pelo Centro Social Paroquial do C.G. Também ultimamente foi disponibilizado o R/C de um lote onde diversas actividades são levadas a cabo para formação e ocupação de tempos livres.

São pequenas flores que vão nascendo no meio do deserto.

InÍcio do postulantado e noviciado em mahotas

Muito queridas irmãs

Desde a comunidade de São Domingos das Mahotas, vai um grande abraço para cada uma de vós.Todas tivemos a preparação e celebração da festa da nossa madre fundadora, mas para nós, teve um tom bem especial, porque tivemos a alegria de receber quatro jovens, que querem partilhar connosco a vida de entrega e missão ao serviço dos mais pobres.

A celebração, foi antecedida por um dia de retiro e reflexão, sobre o tema de seguimento de Jesus, orientada por irmã Vera das irmãs combonianas. Foi reanlmente um dia de aprofundamento da nossa entrega sobretudo nas manas mais jovens, a tomada de consciência do passo que iriam dar, no seguimento
de Jesus dentro da nossa Congragação. No dia 24 dia em que todas nos sentimos unidas no mesmo ideal, logo de manhã, começamos com os preparativos a nivel interno e exteno, sentimos uma grande alegria porque não é fácil hoje jovens como elas deixarem os atrativos do nosso mundo, que são muitos, para se dedicarem às coisas de Deus, agradecamos ao Senhor, a coragem destas jovens, pela sua disponibilidade em aceitar o convite de Deus e por fazerem parte da nossa familia. A Beatriz e a Hadjira começaram a etapa do postulantado, a Clara e a Rafaela começaram a etapa do noviciado.

A celebração foi muito simples mas bonita e cheia de sentido, sobretudo nos simbolos e cânticos que deram côr e a legria à celebração. Participaram da nossa alegria, as irmãs da comunidade de S.Tomás, de Maputo, que sempre nos acompanham no processo formativo das jovens. Queremos agradecer a todas as irmãs que sempre nos acompanham com a sua oração, auguramos que o Senhor vos cumule com todas as bençãos e que continuem a rezarem por estas manas, para que continuem fiéis a sua vocação missionária. A todas um grande bem haja pelo vosso carinho e sentido de família.

Comunidade Formadora de Mahtas


Postulantes Beatriz e Hadjira lendo o seu-pedido


Todas no Altar

Fotogalerias

Bairro 6 de Maio
Colégio Flori
Exposição missionária
Festa padroeiro
Capítulo
Fundadores
Moçambique
Mocambizade
Peregrinação Fátima
Semana Santa Moçambique