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PARTICIPAÇÃO DA IR. ESTER LUCAS NO LANÇAMENTO DO LIVRO KULUNGWANA


Presidente da CONFEREMO

Kulungwana e alarido da vitória, alegria, é a maior expressão de júbilo e exultação. Kulungwana é o título sugestivo que narra as histórias de mulheres que souberam viver de modo a vencer os mais diversos obstáculos e dificuldades para terminar entoando um vigoroso kulungwana.

Na verdade, na tradição africana, cabe às mulheres deixar imergir do mais profundo da alma o kulungwana. É á mulher que pertence este canto, este hino de júbilo e de gratidão à vida, que pulsa, que teima em surgir no meio dos mais contraditório riso, eventos que tecem a existência humana.

Sim, é a mulher que entoa o alarido do reconhecimento e da alegria, alarido que anuncia mais uma vez a vitória da vida porque é ela a protectora da vida, aquela que aconchega a vida em todas as suas etapas

É justo que este seja o titulo das vinte historias femininas, narrativas de tramas da vida feminina, imagens verídicas de mulheres que todos os dias são chamadas a tornar realidade o sonho de Deus ao criar a mulher: mãe de todos os viventes.

Contudo, as glorias, as vitorias são entremeadas de lágrimas, medos incertezas que tomam o kulungwana ainda mais doce e significativo.
Não se trata de um livro comum. Não se trata de uma historiografia, de uma biografia, uma colectânea de poesia e coloração feminina, é a resenha de vidas de conteúdo, vidas que ganharam consistência, vidas dignas de serem retratadas, de serem partilhadas, vidas que inspiram e deixam um raio de luz numa sociedade saturada de más noticias.

Graças ao empenho de mulheres que optaram por animar e entusiasmar outras mulheres, é possível hoje celebrar o sonho tornado realidade, a vitoria da vida, a promoção da dignidade muitas vezes negadas a autonomia quase impossível, a auto estima acrescida o ideal tornado possível porque mulheres acreditaram em outras mulheres. As irmãs Missionarias Dominicanas do Rosário ousaram acreditar que era possível marcar a diferença na vida das mulheres que elas cruzavam todos os dias, era possível um outro mundo onde os sonhos femininos de mais vida, mais amor se tornaram simplesmente realidade visível, audível como um alarido ardente, vidas que se tornam kulungwana.
Bem-haja Deus abençoe o vosso labor

COMO É BOM RECORDAR…

A Ordem Dominicana participou activamente na gesta dos descobrimentos e, na Evangelização de novos territórios e, viveu os momentos de grandeza dos séculos XV E XVI.

Estes novos territórios estariam, sem dúvida, na Ilha das Flores, Sumatra, Java e Timor que pertenciam à Indonésia. Sendo neste território de Timor, conforme os historiadores que, em 1418 foram confirmados pela Ordem, a Província Portuguesa.

Lifau pequena povoação do enclave de Oe- Cussi, foi a Capital de Timor. Foi ali que se estabeleceu a primeira fraternidade de Irmãos Dominicanos.

Evangelizaram todas aquelas Ilhas, tanto é assim que as populações daquelas Ilhas, chamam ao falar português, falar cristão.

Em Lifau, lá está a testemunhar a presença dos Dominicanos, os alicerces do Convento e o poço que ainda hoje dá de beber a quem passar.

Houve um dia fatal, naquele mesmo lugar Lifau assassinavam, o último Dominicano. Porquê? Está na mente de Deus. A partir desse dia Lifau foi considerado pelo povo, terra amaldiçoada e, cada família, ali residente, partiu em busca doutro lugar, onde pudesse morar e cultivar, as suas hortas, em paz.

O povo carregou longos anos com remorso do crime de um inocente e consagrado a Deus. Lifau era terra deserta. Mas um dia chegou a hora perdão ao Senhor.

No dia assinalado todas as famílias com os fatos de festa, umas a cavalo outras a pé logo de madrugada dirigiram-se para Lifau. Iam equipados, como de costume, com as panelas de barro, o milho e a carne seca e a catana à cintura. Levavam à sua frente, o sacerdote nativo Domingos Cerqueira, chegou o momento solene da reparação e todos de joelhos clamavam” Sarani Hit Ussi Neno” – Cristãos adoremos o Senhor nosso Deus.

Acabando com a oração do Rosário que os Dominicano lhes deixaram em herança.
Avé-Maria “Ale\co toque” Avé-Maria cheia de graça.

A partir daquela hora, Lifau, tornou-se lugar de peregrinação. Todos lá vão, rezando, chorando e cantando.

Santa Mãe, Virgem do Rosário, Rogai por nós.

Ir. Rosário Granado
Missionaria Dominicana

 

Inauguraçã do Centro de Solidariedade do Chirangano

No dia 26 de Agosto fizemos a inauguração oficial do novo espaço do Centro, dando assim continuidade - funciona desde o ano 1987 - às actividades parcialmente interrompidas por motivo das obras de renovação do mesmo.

Como vos partilhamos na Asssembleia, foram renovadas também as respostas a dar à povoação do Bairro, porque a realidade que vivemos tem mudado muito. Foi introduzida uma Biblioteca Escolar e uma Sala de Informática, para acolher os estudantes da zona que normalmente não têm acesso a este tipo de recursos. Também foram introduzidas explicações para estudantes da 8ª à 12ª classe, incluindo também cursos intensivos de inglês, com vista a proporcionar uma igualdade de oportunidades e combater a grande taxa de insucesso escolar existente na zona. Continuamos também com as actividades de sempre, como a Alfabetização e a costura.

A Cerimónia de Inauguração foi presidida pelo Padre Santos, Pároco da Paróquia dos Santos Anjos de Coalane que iniciou com um momento de oração e com a bênção das novas instalações. Num segundo momento, a Irmã Olinda Mbunia apresentou o historial da Instituição, a que se seguiu a apresentação de cada projecto da Instituição por parte dos alunos e dos professores. Era contagiante o entusiasmo e a alegria que os alunos manifestaram através da dança, do canto, da poesia, do teatro e das suas bonitas mensagens.
A festa terminou com as mensagens de algumas das instituições presentes e amigos. Seguidamente tivemos um pequeno lanche de confraternização, onde todos os presentes foram convidados a participar.

 

Início do ano lectivo 2011/2012 no Centro Social 6 de Maio

Iniciámos no dia 1 de Setembro de 2011 o novo ano lectivo. “Diversidade Criativa” é o tema do Projecto Educativo para os próximos dois anos, que se propõe envolver toda a comunidade educativa através de diversas iniciativas.

 

Este ano contamos com uma motivação acrescida, o facto das nossas instalações terem sofrido obras de melhoramento. Fruto de muito esforço houve um investimento significativo para que a nossa Instituição tenha melhores condições e a todos possa servir mais e melhor.

Neste início de ano deixamos também um agradecimento especial para os pais que nos confiam a educação dos seus filhos. Entre creche e pré-escolar recebemos 95 crianças com idades compreendidas entre os 18 meses e os 6 anos. Sabemos, por isso, que temos que nos esforçar o mais possível, acompanhar e educar o melhor que conseguirmos as nossas crianças.

Para além destas o Projecto de Acção Comunitária dinamiza actividades e procura apoiar adolescentes, jovens e adultos através de três grandes áreas, “Apoio Social e Familiar”, “Educação” e “Animação Cultural e Recreativa”.

Para o sucesso do nosso Plano de Actividades para 2011/2012 contamos com o contributo de todos os colaboradores - trabalhadores e voluntários - e com o imprescindível apoio dos nossos parceiros, pais e da comunidade envolvente. Esta é uma responsabilidade de todos.

A cada ano que passa queremos ser uma Instituição melhor, o que exige esforço, regras e dedicação.  

Desejamos que neste ano lectivo todos as crianças e utentes que frequentam o Centro Social 6 de Maio possam desenvolver os seus talentos e a sua criatividade, procurando que sejam cidadãos mais informados e atentos ao mundo que nos rodeia.

Bom ano para TODOS!

Testemunho da voluntaria …

Descrição: DSC04276Pela segunda vez e em dois anos consecutivos, tive o privilégio de vivenciar, na função de Voluntária, o carisma e o trabalho das Irmãs Missionárias do Rosário em Moçambique. No ano passado estive quatro meses e meio no Bairro das Mahotas, em Maputo, e neste ano, durante as minhas férias, no Bairro de Chirangano em Quelimane, coincidindo com o lançamento do livro KULUNGWANA: MULHERES NA PRIMEIRA PESSOA, ocorrido no dia 30 Julho 2011 no ISMMA, em Maputo.

Estive para as Irmãs e com as Irmãs e as suas comunidades mais pobres e vulneráveis, com a minha disponibilidade temporal, afectiva e mental; o meu saber fazer; a minha grande curiosidade de tudo observar, questionar e deixar-se espantar e, principalmente, o muito querer aprender com o Bom Ser e Bem Fazer dos outros, principalmente das Irmãs, das Manas noviças, das Mamãs do Centro Social Flori e dos Trabalhadores da Escola de Solidariedade do Chirangano, das outras Voluntárias e de todos os outros, principalmente Mulheres, que aqui deixo anónimas, ainda que cada uma tenha um lugar especial e único na minha vivência de Voluntária Missionária. Vivência muito enriquecedora: espiritual, cultural e humanamente.

  Vivenciei que a pobreza é uma questão social, estrutural e massiva e que pobres são classes, massas e povos inteiros. As Irmãs trabalham com os pobres, sem que sejam os Lázaros da vida, encorajando-os nas suas lutas desiguais, dignificando-os e apoiando-os na sua resiliência, não separando a sua situação económica das suas condições sociais e das estruturas que as situam e definem. As Irmãs vêem as árvores, os indivíduos concretos e cada situação específica, mas não deixam de ver a floresta, intervindo na mudança desta sociedade que é um fenómeno social produzido, principalmente, pelo paradigma económico perverso, opressivo e eticamente injusto, em que vivemos, localmente (Mahotas, Chirangano, Inhassoro, Milange…), nacionalmente (aqui em Moçambique) e internacionalmente e que reclama um projecto social alternativo.

O fenómeno da pobreza de hoje não tem a mesma natureza do passado. Hoje já não é só sinónimo de ausência material nem tem como causas só as exógenas, associadas ao colonialismo ou políticas externas. Hoje, aqui a pobreza é também endógena, associada à corrupção que permite que os ricos se tornem mais ricos à custa do crescimento exponencial da miséria dos mais pobres, impedindo que haja oportunidades para todos, desencorajando cada um a querer ser outro e matando os seus sonhos. Faz-me lembrar a sábia frase de Mia Couto: “ Confrontados com a ausência de tudo, os Homens abstêm-se do sonho, desarmando-se do desejo de serem outros. Existe no nada essa ilusão de plenitude que faz parar a vida e anoitecer as vozes”.

Actualmente, numa globalização onde a humanidade atingiu tão elevado desenvolvimento técnico-científico e cultural, as Irmãs, pela sua presença, vida ao serviço dos outros e oração, trabalham para a criação de uma sociedade mais justa, onde não haja mais privações do necessariamente vital a todos os seres humanos,  nem a dominação de uns pelos outros e onde a caridade seja essência. Trabalham com os pobres, principalmente mulheres e crianças, a partir dos seus conhecimentos, das suas capacidades e das muitas potencialidades, sendo fermento e fazendo do pequenino algo de muito grande, por isso muito significativo, construtivo e sustentável. Faz-se caminho, caminhando com autonomia, responsabilidade, alegria de viver, liberdade, querer, fazer e conquistar, ao mesmo tempo que se evangeliza e se vivencia as palavras de Cristo que muito conforto, segurança e tranquilidade também a mim me deram.

Reforcei laços (feitos de capulana!), que simbolizam o enlaçado do muito carinho e admiração que por todas Vós tenho e o meu enlaçado à vossa causa e a todos os vossos projectos Humanos. Sinto-me sempre concha, por Deus abençoada e por Vós protegida, nobremente acolhida e enaltecida; sentindo o Baptismo de Cristo em cada dia que convosco passo; em cada gesto; em cada ensinamento; em cada sorriso e em cada pessoa que por Vós é tocada, tal como eu.

VIVER JESUSMENTE. É esta a prática que tive o privilégio de encontrar no dia- a dia do trabalho das Irmãs e que muito me contagiou,  emocionou e fez-me sentir muito bem e sentir Deus comigo em todos os momentos.

KANIMAMBO.

Maria Clara Silva

JARDIM FLORI

“DEVIDO AO AMBIENTE FAMILIAR QUE EXISTE, AQUI AS CRIANÇAS SÃO FELIZES”

Escola de orientação católica, o Jardim Flori nasceu e cresceu na cidade do Porto, às portas da Foz, pela mão das Irmãs Missionárias Dominicanas do Rosário, sob a égide dos valores éticos e cristãos que sustentam a formação integral dos alunos, como nos revela a Irmã Margarida Pinto, directora, com quem tivemos o prazer de conversar.

 

Tudo começou em 1966, quando a Congregação das Irmãs Missionárias Dominicanas do Rosário decidiu mudar “o ramo e o rumo” da Obra do Lar de Nossa Senhora da Paz, que assentava na educação e reintegração social das raparigas que provinham do Tribunal de Menores, “uma obra louvável”, evoca a Irmã Margarida Pinto. “Entretanto, o Dr. Francisco Sá Carneiro, que morava aqui perto, tinha três filhos em idade escolar e lançou o apelo à congregação para estabelecer um colégio na Foz”, revela, desvendando que o desejo acabou por se concretizar a 4 de Março de 1968, data de obtenção do Alvará do Ministério da Educação Nacional. Na criação do Jardim Flori, foram precursores do apoio incondicional da visionária irmã Neves Larragueta, Madre Superiora da Comunidade, tomada por uma doença incurável, a Irmã Maria Teresa Correia, Frei Bernardo Domingues e o Dr. Francisco Sá Carneiro, que, inclusivamente, providenciou ajuda jurídica gratuita. Em homenagem à Beata Ascensão Nicol, fundadora e primeira Superiora-Geral da Congregação das Irmãs Missionárias Dominicanas do Rosário, a comissão fundadora foi buscar a denominação do colégio ao nome de baptismo da heróica missionária, Florentina, mais propriamente ao diminutivo pelo qual era carinhosamente tratada - «Flori».

 

A oferta educativa

 

O Jardim Flori começou a funcionar em regime de berçário, com poucos bebés, nos finais dos anos 60. Quando avançou com o pré-escolar, no âmbito do seu projecto educativo, inspirado nas Ciências da Educação, no Evangelho e no Carisma Dominicano e missionário, inicialmente com 58 crianças, foi com surpresa que no final do ano já se registava a inscrição de mais de 140 alunos. O antigo palacete, onde ainda hoje residem as Irmãs Dominicanas do Rosário, foi aproveitado ao máximo para poder acolher todas as turmas e, entretanto, no início da década de 70, foram construídas cinco salas de aula, que ainda hoje se mantêm para o ensino pré-escolar. Em 1973 foi construído o edifício principal, que hoje alberga os serviços centrais do Jardim Flori, primeiro com rés-do-chão e primeiro andar, aos quais se vieram a juntar o segundo e terceiro andares no ano 2000.    
“Actualmente, o Jardim Flori acolhe cerca de 400 crianças desde os 3 anos, distribuídos por cinco salas do pré-escolar e 12 turmas do 1.º Ciclo, e é um colégio que muita gente considera uma referência. Devido à competência do corpo docente ao longo dos anos e ao ambiente familiar, as crianças são felizes, ficando marcadas para toda a vida. Como dizia um pai, gera-se um calor humano que, por ventura, não existe em mais nenhum lugar. O que mais gosto de ouvir nos antigos alunos é, ao virem inscrever os filhos, dizerem que os melhores anos das suas vidas foram passados aqui”, congratula-se a Irmã Margarida Pinto. “Sendo uma escola de orientação católica, fazemos todo o possível por transmitir valores não só éticos, mas também cristãos. Orgulhamo-nos do espírito de união sentido pelas gerações que por cá passaram e fomentamos o reencontro de antigos alunos. O mais curioso é que já temos filhos dos alunos mais antigos que frequentaram o Jardim Flori”, acrescenta a directora. A Irmã Margarida Pinto considera uma mais-valia que exista “uma colaboração mútua entre os pais, a direção e as professoras, pautada pela confiança e pelo respeito, como aquela que se verifica através da Apiflori, a Associação de Pais das crianças que frequentam o Jardim Flori, composta por muitos antigos alunos.
A construção de um percurso pessoal de sucesso assenta, na opinião da Irmã Margarida Pinto, para além do envolvimento de toda a comunidade educativa, na adopção de um ideário ético e universal: “Deixo uma mensagem de esperança e de alegria, mas dando efectivamente razões dessa esperança, em torno de mais valores humanos e cristãos, como a verdade, a alegria, a transparência e a responsabilidade. Se nos amarmos uns aos outros como Cristo nos amou, o mundo será melhor”.

Festa da Nossa Mãe do Rosário

3DBB37B4Muito queridas Irmãs.
No mês de setembro além da programação das nossas Actividades  Pastorais,  Apostólicas, Sociais e Comunitárias outras muitas actividades dão início
a este ano, como sejam, as Jornadas Missionárias e a Peregrinação do Rosário, neste  ano 2011,2012.

O mês de outubro aproxima-se. Um mês muito significativo para todas  nós Missionárias Dominicanas do Rosário. É uma data muito importante para recordar, celebrar e também para  nos animar a olhar o futuro com
esperança.

No mês de outubro celebramos a memória litúrgica da Festa da Nossa Mãe do Rosário, que cada ano que passa tem maior sabor para todas nós. Na tradição da Igreja e da Ordem o mês de Outubro é o mês em que celebramos a Festa da Mãe; é o aniversário da Fundação da Congregação, e é costume entre nós, renovar a nossa Consagração como Missionárias Dominicanas do Rosário.

Certamente que o Rosário é a essência da fé ou da vida cristã, mas revela-se em muitos lugares do nosso planeta, auxilio importante para proteger e fortalecer a fé no coração do Povo de Deus, e em cada uma de nós. O Rosário não é propriamente uma oração dirigida a Maria, mas uma oração com Maria.

Na Assembleia Provincial Intercalar no mês de Julho, com a leitura do Plano Geral de Trabalho do Capitulo Geral anterior, demos início ao estudo de preparação para o próximo Capitulo Provincial, a realizar no ano 2012. Neste ano a celebração da Nossa Mãe do Rosário desafia-nos a acolher este tempo de graça que o Senhor nos oferece como um verdadeiro processo de reestruturação, que tem de ser vivido numa atitude interior de conversão pessoal e comunitária, que a longo prazo dará seus frutos. Caso contrário, o Capitulo Provincial, será um acontecimento efémero que não deixará raízes firmes na fé em Cristo. Não banalizemos este ano, mas juntas trabalhemos com afinco para uma maior reestruturação na nossa Província.

Hoje não podemos ignorar os muitos desafios que a sociedade nos coloca. As injustiças se manifestam com intensidade, somos chamadas a aprofundar a fé, com Esperança e Verdade.

Que a celebração da Nossa Mãe do Rosário nos permita crescer em coerência, dar passos na renovação profunda da nossa vida com a mesma generosidade e constância que o fazem os grupos humanos que acompanhamos e que exigem de nós testemunho profético do nosso compromisso missionário.

Com carinho.
Lisboa, 30 de outubro de 2011

Irmã Adelaide Varanda

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