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ASSEMBLEIA PROVINCIAL PRÉ-CAPITULAR

Nos dias 20 e 21 de Janeiro , na casa provincial de Lisboa, teve lugar a Assembleia Pré-Capitular com a presença dum significativo número de Irmãs. O facilitador da Assembleia foi o P. Felicisimo Martineez OP, irmão, muito irmão, que nos ajudou a refletir os temas tratados e emanados do Capitulo Geral, de Maio passado.

Os três temas propostos para a nossa reflexão foram: a espiritualidade, a comunidade e a missão.

A Espiritualidade tendo como leitura evangélica de Mt.7,21 “a casa construída sobre a rocha…” de desde os três itens seguintes: 1) As convicções evangélicas que nos levam a assumir a Providencia “estamos nas mãos de Deus”. 2) As motivações evangélicas para depositar n’Ele a nossa confiança. 3) A força da graça de algo que nos desborda e supera. Centrado tudo na espiritualidade da Encarnação.

A Vida Comunitária foi outro dos temas refletidos a partir do discurso escatológico de Mt 18. Nele comtempla a fragilidade humana e a misericórdia de Jesus de nazaré. Enfocou as diferenças antropológicas junto com a importância que tem na nossa convivência a satisfação pessoal e comunitária. As relações têm que partir sempre da Verdade, da nossa sinceracão connosco e com os demais, duma valentia e força para a procura da verdade juntas.

O núcleo da missão foi enfocado a partir de Mt 10 e Ico 1-2. A motivação da nossa missão deve ser a compaixão pelos outros, e na congregação : os pobres, as mulheres, as crianças-jovens e os necessitados.

Interpelou-nos para a missão testemunhal e como a nossa reestruturação congregacional deve partir de realidades muito concretas e simples.

Comunidade da Venda Nova

Foi-nos pedido que escrevêssemos algo para o PARTILHAR, sobre a nossa Comunidade e fazemo-lo com muito gosto, pois a partilha “cheira” sempre a comunhão.

Em Outubro pp., com a vinda da Ir. Juana Mary, tivemos a sorte de passarmos a ser 4 Irmãs, o que é muito bom! Os seus dons pessoais juntaram-se aos dons de cada uma das 3 Irmãs que já constituíamos a Comunidade, tornando-a muito mais rica! A experiência e saber da Ir. Juana é uma enorme mais valia! O facto de ser Conselheira Geral, aproxima-nos, de algum modo, da Congregação! O ciclo da rotatividade para o cumprimento das diversas tarefas da casa e da Comunidade, nota-se bem que é mais alargado, o que é muito bom!...

A Missão a que a Comunidade é chamada é intensa, extensa e exigente e o facto de se viver inserida no Bairro reforça ainda mais esses aspectos. A parte da Pastoral (Catequese, Eucaristia dominical, grupos de reflexão, celebrações várias, dentro e fora do Bairro, visita a doentes e idosos, etc) ocupa-nos e preocupa-nos, sobretudo pelo pouco eco que parece produzir, pelo comportamento, em geral difícil, das crianças da catequese, apesar dos esforços exemplares da maioria dos adultos ligados a esta actividade; pela nítida perca de valores e falta de projecto de vida duma grande maioria das pessoas do Bairro, sobretudo dos Jovens, para o que muito contribui o aumento do tráfego e consumo de droga.

Outra faceta bem visível e expressiva da Missão da Comunidade, é o Centro Social 6 de Maio, que graças à sabedoria, criatividade e dedicação das Irmãs que o fundaram e às que, ao longo de mais de 30 anos nele trabalharam; graças aos Trabalhadores- alguns deles muito bons -, aos inúmeros Voluntários, Estagiários, Amigos, Benfeitores, contribuíram e contribuem para que seja uma Instituição procurada, elogiada, ajudada, referenciada. Claro que isto não nos impede de que no momento actual, nós, Irmãs não estejamos bem preocupadas com o seu futuro, dada a idade avançada de todas nós. A procura de soluções é algo que nos ocupa e preocupa bastante.

Embora a nossa Missão principal seja em função da população dos Bairros e de toda a que nos procura, participamos, ainda noutros Projectos: Pastoral Juvenil da Família Dominicana, Comissão de “Justiça e Paz”, Comissão da “Luta Contra o Tráfego de seres Humanos” – ambas da CIRP -, Grupo de “Leigos em Ascensão”, etc.

A “construção” da Comunidade – que, como nos recordava e muito bem o Fr. Felicisimo OP., no documento que acabamos de estudar a nível da Província, se tem que construir todos os dias com o empenho de todas – é outro enorme desafio que temos, e que nunca termina. Claro que é algo já com muita caminhada, com muita história e com sucessos e insucessos. As manhãs comunitárias das 5ªs feiras, a celebração semanal da Eucaristia e a conversa que se segue com os Padres que vêm celebrar, geralmente muito boa, os Retiros mensais, feitos quase sempre fora, a oração partilhada, etc., são factores fortes e muito importantes que animam e dão consistência a essa construção.

Haveria outras coisas boas e não tão boas para partilhar, mas não se pode abusar…

Com um abraço de todas nós

Comunidade da Venda Nova

Ana Miranda recebe prémio

_resized_287x240_IMG_8298.jpgO Padre Nuno Burguete destacou-se durante décadas na promoção, valorização e defesa da prática e dos valores do Ensino Particular e Cooperativo, não só como Diretor Pedagógico e Educador, mas também como Fundador e Dirigente ativo da AEEP (Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo).

Assim, a AEEP decide atribuir anualmente o Prémio Padre Nuno Burguete a Educadores do Ensino Particular e Cooperativo seu associado, que se tenha distinguido durante a sua carreira escolar ao serviço da educação e dos Alunos.
Foi com grande honra que no passado dia 21 de Outubro o colégio Flori assistiu à entrega deste prémio à professora Ana Maria da Silva Miranda.

Professora no Flori desde 1980, acumulando a direcção pedagógica durante 23 anos, sempre revelou o seu dinamismo, dedicação e disponibilidade, aliados a uma enorme “paixão” pelo ensino e excecional competência.

A Ana consegue conciliar a atenção com que acompanha os seus alunos, garantindo uma forte relação de amizade e segurança, a uma exigência profissional inabalável, promovendo a autonomia e o saber…

Parabéns Ana Miranda, por este prémio tão merecido!

Pelos nossos filhos…obrigado Ana.

(Texto de Susana Machado)

Num dia de Outubro

há cerca de dez anos, conheci o Jardim Flori. Tinha completado os dezoito anos de idade e iniciado a licenciatura em psicologia. Por sugestão de uma pessoa amiga, que sabia que o colégio procurava uma colaboradora para ficar com as crianças no final da tarde, dirigi-me ao Jardim Flori e conversei com a Madre Margarida.

No primeiro ano, comecei por trabalhar duas horas. E ao fim de cinco anos, trabalhava no colégio quase toda a tarde, confiando a Madre Margarida no meu trabalho não só junto das crianças, mas também nas visitas de estudo, na secretaria ou na substituição temporária de educadoras ou professoras.
Durante estes cinco anos, conciliei as aulas na universidade com o Jardim Flori. Foram anos de muito trabalho e empenho. Em ambos os contextos vi sempre o meu esforço e a minha dedicação serem reconhecidos. Depois de concluída a licenciatura, era necessária uma formação mais prática na área da psicologia. O afastamento do colégio era inevitável, uma vez que este novo desafio profissional exigia uma disponibilidade total. Assim, deixei o Jardim Flori, tendo sido assumido o compromisso de que um dia regressaria ao colégio.

Os três anos seguintes traduziram-se numa contínua aposta na formação, através de estágios, pós-graduações e um mestrado, permitindo-me o aperfeiçoamento de competências como profissional de psicologia. Passados esses três anos, regressei ao Jardim Flori. Este regresso foi para mim a concretização de um sonho pessoal e profissional. Atualmente, estou a trabalhar como psicóloga no colégio, tendo contado com a colaboração de todos os agentes educativos no processo de construção do serviço de psicologia.

O Jardim Flori é mais do que uma instituição de ensino. É uma casa onde os saberes e os valores são transmitidos às crianças e partilhados entre todos, com amor e alegria. Acredito que esta cumplicidade e esta familiaridade são o que melhor caracterizam o colégio. Esta generosidade acontece diariamente e surge reforçada nas celebrações e festas que acontecem ao longo do ano letivo, como a festa de natal, onde alunos, famílias e toda a comunidade escolar confraternizam.

Para mim, trabalhar no Jardim Flori tem sido uma experiência maravilhosa. Nos últimos dez anos, o colégio proporcionou-me muitas concretizações pessoais e profissionais. Sempre procurei retribuir a confiança que depositaram em mim com responsabilidade, empenho e motivação no exercício da minha atividade profissional. Recentemente, iniciei o doutoramento em psicologia e procurei adequar o projeto de tese às áreas de interesse do colégio. Deste modo, pretendo-me especializar na área da psicologia do desenvolvimento e educação da criança, com o objetivo principal de dar um meu contributo ao colégio e continuar a construir e melhorar o serviço de psicologia do Jardim Flori.

Ana Filipa

Presépio de Medelim

Este ano as paredes do nosso presépio foram construídas com corda. Assim, por elas passa o vento e passa o frio, como símbolo da precariedade e ausência de uma verdadeira celebração de Natal que para muitas pessoas ficou diluída no “pesadelo da crise”.

Para quem tem fé faz-se presente o Amor de um Deus feito menino que transforma o ambiente do presépio e do nosso coração. Ao construir o presépio da nossa paróquia no lado lateral direito colocámos uma árvore seca, confecionada com alguns arbustos,  colocados com a raiz para cima, símbolo de muita gente que durante o “barulho” da crise que invade o país e o mundo pouco ou nada coloca no terreno de Deus.

Para muitos o Natal reduz-se a prendas e adornos, recordemo-nos da verdadeira  Estrela do Natal, um Menino que acendeu no mundo a luz do amor solidário para que cada pessoa e cada povo  construísse a paz colaborando no fazer do bem comum. É assim que este Deus amor se manifesta, nos nossos gestos simples de generosidade e de bem-fazer.

Continuemos atentos à passagem do Natal…!

Missionárias Dominicanas – Comunidade de Medelim

BOAS FESTAS NO DIA DA NOSSA MADRE FUNDADORA BEATA ASCENSÃO NICOL

   

 

A força mostra-se na debilidade.
M. Ascensão encarnou 
e implementou
o ideal missionário:

viver ao serviço dos empobrecidos

 

 

Muito queridas irmãs.

Como é do conhecimento de todas, o Conselho Provincial fez a visita Canónica e a aprovação dos Projetos comunitários, a todas as comunidades da Província, entre os meses de dezembro e janeiro.

Desde então muitos acontecimentos se têm vindo realizando, e o mais importante foi a presença do Pe. Felicísimo no meio de nós. Com uma grande riqueza Teológica e seu testemunho de vida, ajudou-nos a refletir sobre a importância da nossa Consagração na Congregação e na Igreja.

Quais são as motivações, convicções, que nos impulsionam a viver o Espírito de Jesus? Uma Espiritualidade baseada na Fé, que nos convida à mudança, novas formas de estarmos juntas, porque a verdadeira mudança implica renúncia, é um desafio, por isso chega o momento de se tomar consciência de que nos falta muito caminho, porque não é possível estabelecer a reestruturação sem a força da graça interior, disponibilidade, enraizada na fé e na oração. A extraordinária metáfora da imagem da casa construída sobre rocha e a casa construída sobre areia, meditar sobre a fé como único fundamento da nossa vida religiosa, como fonte última da espiritualidade. ( Mat 7,21-27)

Ao celebrarmos a festa da nossa Beata Ascensão Nicol, faço referência ao Salmo 130:’’ O homem de fé aguarda pelo Senhor mais que a sentinela pela Aurora. Esta deve ser a nossa experiência como eleitas de Deus a olhar o mundo na sua verdade, sem nos deixarmos abater pelas tribulações. Por isso convido-vos a viver a festa da Madre Fundadora com uma atitude de confiança, convencidas de que somos escolhidas por Deus para uma missão dentro da história da Salvação. Que nossos projetos pessoais e nossas pequenas ações, nos levem ao grande projeto de Deus. Só assim transformaremos o nosso mundo. Procuremos adquirir o verdadeiro espírito dos nossos Fundadores. Eles nos indicaram o caminho para a missão.

Fraternalmente

Lisboa 7 de Fevereiro de 2012

Irmã Maria Adelaide Varanda

Festa da Madre Fundadora - Comunidade da Venda Nova 2012

Como vem sendo hábito e conforme está previsto no nosso Projecto Comunitário, os Trabalhadores/as e Voluntários/as do Centro Social 6 de Maio, nos dias dos nossos Fundadores vêm, em pequenos grupos, a casa das Irmãs tomar o café e comer um bolinho.
É sempre um momento muito agradável e de convívio. Desta vez pensamos sortear uma bolsa bonita do Peru, que calhou à Liliana Ferreira, Subdiretora do Centro. Bem a merece…

Pedimos-lhes, também, que quem quisesse, nos deixasse uma mensagem, um recado.
Seguem, então, essas mensagens, das quais gostamos muito:

“Bem haja a todas as Irmãs Dominicanas, por toda a dedicação e missões pelo mundo inteiro! Gosto de sentir que faço parte deste Projecto”
Nucha (Educadora)

“É um prazer enorme poder partilhar este dia tão especial com as Irmãs, esperando que continuem sempre a partilhar este espírito de ajuda com todas as pessoas que se cruzam no seu caminho”
Sara (Psicóloga)

“Muitos Parabéns pelo trabalho realizado por todo o mundo. A generosidade e a bondade das Missionárias é uma mais valia para todas as pessoas desfavorecidas. Espero que possam continuar a espalhar a Palavra e a estender a mão a todos”
Maria João (Coordenadora Pedagógica)

“É uma alegria poder partilhar este dia com as irmãs Dominicanas do Rosário, que tanto amor, ajuda e fé têm espalhado por todo o mundo! Obrigada!”
Mafalda (Educadora)

“Continuem a honrar a Missão desta Mulher fantástica (Ascensão Nicol)! Obrigado!”
Paula (Educadora)

“Mais um dia de convívio, com quem partilha bons valores e sabe transmiti-los de modo a prosperarem entre todos”
Carina (Educadora)
“São muito bons estes momentos de convívio e partilha”
Liliana (Sub-Directora)

“Que mantenham sempre o coração e a mente aberta porque só assim se consegue ajudar e fazer a diferença. Por vezes encontramos dificuldades pelo caminho, obstáculos difíceis, mas com fé e perseverança, conseguiremos ultrapassá-los.
Coração! Abertura! Sorriso! Amor! Coragem! Luta!”
Para sempre: Helena, Paulina, Rosário, Francisca (Auxiliares de Educação)

“Respeito e fidelidade na “nossa” Missão!”
Tânia (Auxiliar de Educação)

“Um grande Bem Haja às Irmãs Missionárias Dominicanas do Rosário pelo contributo que têm dado à Humanidade, transformando-a num Mundo Melhor.
Um grande beijo e continuação do vosso bom trabalho”
Susana (Técnica do serviço Social”

“Com um beijinho muito grande: Felicidade! Lealdade! Amor! Espiritualidade! Comunidade!”
Liliana(Coordenadora do Projecto de Comunidade); Manu (Secretaria); Alice (Serviços Gerais)

“ Parabéns, Irmãs! Um grande beijinho pela admiração e respeito pelo vosso trabalho no Bairro. Que Deus vos conceda sempre esse dom da partilha, compreensão e solidariedade”
Margarida ((Auxiliares de Educação)

“Um grande beijo e um muito Obrigado por tudo o que têm feito por mim. São como uma segunda família”
Sofia (Técnica do Serviço Social)

“Agradecemos de todo o coração a vossa presença no Centro, no Bairro e nas nossas vidas, sinal do Amor do Pai! Muitos beijinhos”
Antonita, Sandra, Alice, Joana, Arminda e Nuno (Serviços Gerais)

Logo de manhã participamos na Eucaristia, celebrada na casa Provincial e presidida pelo Fr. Rui OP, que fez uma homilia lindíssima, focando, entre outros aspectos a complementaridade para a Missão, entre a Madre Ascensão e Mons. Zubieta. Depois foi um pequeno almoço de festa…

Fotogalerias

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