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Resenha dia 9 de maio

Na oração de laudes fomos convidadas a situar-nos nesta nova semana de trabalho, em atitude de abertura ao Espírito no marco da festa de Pentecostes, tendo presente as situações do mundo em que mais se necessita a força desse Espírito, e iluminadas pela leitura de Jo 16, 33... “No mundo tereis lutas; mas tende valor: eu venci ao mundo”.

Seguimos disfrutando e agradecendo a prendas das irmãs de Portugal e Moçambique, como também as diferentes mensagens que nos chegam de irmãs e comunidades de todas as Províncias e continentes onde estamos presentes. A equipa de animação introduziu-nos no trabalho deste dia, apresentando-nos um vídeo sobre a importância de trabalhar unidas. A irmã Araceli apresentou a Javier Poveda, economista de profissão, leigo redentorista, muito comprometido com a Igreja e com a Vida Religiosa, que assessora e acompanha várias congregações nos seus processos de organização e reorganização da economia, assessor da Fundação Santo Domingo e administrador da equipa de economia dos Redentoristas. Desde junho de 2014 vem trabalhando diretamente com Conselho Geral iluminando a reflexão e buscas em torno à dimensão económica. Integra de forma harmónica a vida familiar, a sua missão de facilitador e o serviço de catequista na sua Paróquia.

Iniciou a sua exposição fazendo um recorrido histórico pela Vida Religiosa e a sua relação com a economia, pondo enfase nas variáveis e nas diferentes tensões que foram evoluindo ao longo do tempo e as implicações que tiveram Vida Consagrada e em sua missão. Em cada momento histórico foi buscando e encontrando os princípios que lhes ajudaram a VR a responder ao momento e às circunstâncias que lhe tocava viver.

Desenvolve as diferentes tensões que marcaram cada momento histórico:

  • Na passagem da vida eremítica e para a monacal deu-se a tensão entre renunciar, necessitar e possuir.
  • Na passagem da vida monástica à mendicante, que se produziu séc. XIII, com o surgimento das ordens mendicantes, manifesta-se a tensão entre o acumular e o testemunhar.
  • No séc. XVI a tensão é entre a instalação e a inovação evangelizadora.
  • Nos séculos XIX e XX, a missão principal da Vida Religiosa é atender aos necessitados e não ter como prioridade a sua sustentabilidade no tempo.
  • E agora, situadas no séc. XXI, toca reinventar-nos para continuar a ser significativas e a não desaparecer.

A continuação Javier assinalou algumas situações comuns a todos os Institutos religiosos: a falta ou diminuição de recursos humanos, a perda de fontes tradicionais de financiamento, e a limitação que surge de uma fonte nova como os recursos do Estado (o governo) com as conseguintes limitações e dependência que gera. Também surge uma nova realidade: a atenção a/os religiosos/as maiores, que geram uma grande repercussão económica.

No período da tarde iniciamos respondendo pessoalmente à segunda pergunta do questionário, conscientes da nossa realidade:

a) O que carateriza a nossa situação económica atual e a nível social.

b) O que a carateriza a nível institucional (comunidade, província, congregação).

Finalizamos o dia com a oração na sala capitular.

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